Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2008

EM 01 DE FEVEREIRO DE 1996, DIZIA " QUE DES'CONSOLAÇÃO "

Imagem
Já foi afirmado a vários níveis e por pessoas de toda a condição social, que o turismo pode ser uma fonte complementar do rendimento que assegura a subsistência e o bem estar da população do nosso concelho. Também é reconhecido por toda a gente que não bastam as belezas naturais que possuímos para garantir a vinda e, muito mais importante que isso, a estadia, tão prolongada quanto possível, de turistas entre nós. Na base destas certezas é do melhor bom senso que se procure estabelecer as melhores condições, a vários níveis, para que tanto os residentes como os que nos visitam se sintam bem. Para além de muitos outros aspectos que devem ser ponderados pesarão, em grande percentagem, os de índole urbanística e da qualidade de vida. Porque assim é, torna-se evidente que a implantação da malha urbana tem que respeitar regras de interesse geral e de defesa do ambiente que a cerca, para além de preservar as belezas naturais que existem como um bem de todos. Se o que fica dito é verdadeiro quan…

EM 21 DE DEZEMBRO DE 1995, DIZIA "A PRENDA QUE DEVEMOS À NOSSA CIDADE"

Imagem
É época de Natal, é altura de boa vontade e abertura de espírito para formular desejos de felicidades e contribuir um pouco para o bem estar dos outros.É por isso, também, uma boa altura de servirmos a causa comum e reflectirmos, cada um de nós, acerca do que terá sido a nosso contribuição para o desenvolvimento harmonioso da nossa cidade, aquela onde queremos viver e desejaríamos, se possível, vivessem os nossos filhos.Permitam-me todos os que tiveram a paciência de perder um pouco do seu tempo a ler este despretensioso escrito, que lhes fale um pouco ao ouvido e os convide a reflectir naquilo que todos e cada um de nós poderíamos fazer, como contribuição para que a nossa cidade se apresente acolhedora e interessante para todos os que nos procuram e para nós próprios, aqueles que temos o dever de fazer dela a nossa casa comum.Temos sempre a tendência para considerar que tudo o que há a fazer é obrigação dos outros. O governo, a câmara, as juntas de freguesia têm as suas obrigações es…