O ADEUS ÀS NOSSAS PALMEIRAS








Neste final de ano apresento-vos a imagem palpável do nosso declínio, durante um século as palmeiras foram o principal elemento de um jardim que dava nas vistas e que acabamos por perder.
Apesar de tudo, que fique a esperança de que as coisas mudem e por isso desejo aos PENICHEIROS um futuro e um ano melhor. 

Uma árvore poupada ao abate


Noutras paragens as árvores são poupadas da forma que a imagem documenta. Na nossa terra não se preservam e abatem-se, por dá cá aquela palha.

Recuperação e Valorização do Património Histórico-Militar de Peniche (Um projecto do ano de 2008)


Promotor: C.M. Peniche



Outras entidades envolvidas:

Ministério da Cultura (DRCLVT), Enatur, Ministério do Ambiente (ICNB e INAG)

 Descrição sumária do projecto

 Recuperação e Valorização do Património Histórico-Militar de Peniche
Tendo como enquadramento a necessidade de conservar e valorizar o património histórico edificado concelhio, salienta-se a importância que o sistema defensivo criado ao longo da costa de Peniche e na Ilha da Berlenga assume nesses objectivos.
Pretende-se:
a.1) Valorização da Fortaleza de Peniche - Pousada,
a.2.) Recuperação e valorização da Fortaleza de Peniche através do reforço do Núcleo Museológico e do desenvolvimento de outras áreas de índole cultural.
b) Forte de Nossa Senhora da Consolação - Pólo Turístico e Cultural
Não estão incluídos os trabalhos de consolidação das arribas, a ser promovidos pelo INAG.
c) Forte de S. João Baptista na Ilha da Berlenga associado ao Modelo de Gestão da Reserva Natural das Berlengas.

MC: A DRCLVT poderá prestar acompanhamento técnico às intervenções e figurar como parceiro facilitador/agilizador, juntamente com o IGESPAR, na apreciação das intervenções. O IMC poderá apoiar tecnicamente a Câmara Municipal de Peniche numa mais aprofundada definição dos objectivos a atingir com a utilização museológica do Forte de Peniche.

MAOTDR: Através do INAG e do ICNB, está disponível para garantir agilização.

MEI: Para a componente “Recuperação e Valor. da Fortaleza com vista à instalação de uma Pousada”, Inv.15M€,
(P.O.Valorização do Território poderá financiar em 70% e ENATUR em 30%.)

Para a componente “Núcleo Museológico e Recuperação de Forte de N.S. Consolação e Forte de S.João Batista,
 inv. 7M€,
(poderá vir a ser financiado pelo Programa de Intervenção do Turismo até1,5M€, função da valia do projecto. )

NOTA PESSOAL - Estas bandeiras são levantadas de vez em quando, para penicheiro ver e acreditar, e depois desaparecem sem que seja dada qualquer explicação. Será que não temos esse direito? Será que vamos continuar a engolir todas estas fantasias alegremente? Pela parte que me toca vou, pelo menos, refrescando a memória.


NOVA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS

“As organizações em toda a União Europeia estão a encorajar os ministros dos Estados membros, responsáveis ​​pela pesca, para terminarem a sobre pesca em 2015, conforme exigido pela Política Comum das Pescas actual.
Esses ministros reúnem-se em Bruxelas, em 15 e 16 de Dezembro de 2015 para definirem limites de pesca para as unidades populacionais no Atlântico e águas adjacentes. Mais de 40 por cento das unidades populacionais, avaliadas nestas águas, são conhecidas por serem objecto de sobre pesca.
De acordo com a Política Comum das Pescas, os ministros só podem solicitar um atraso na exigência de acabar com a sobre pesca em 2015, se tiverem provas concretas de que a sustentabilidade social e económica das frotas de pesca envolvidas seriam seriamente prejudicados por essa decisão. Além disso, eles devem explicar como a pressão da pesca seria progressivamente e de forma incremental reduzida para níveis sustentáveis ​​o mais rapidamente possível e, o mais tardar, até 2020.
No total, 125 organizações  assinaram uma carta aos ministros, instando-os a redobrar os seus esforços para cumprir o prazo de 2015 para acabar com a sobre pesca. 
Qualquer atraso iria prolongar a degradação ambiental e trazer dificuldades socioeconómicas para o sector da pesca. Com menos peixes, só pode haver menos pesca a longo prazo.”

Nota Pessoal – Neste blogue tem sido defendida, desde há uns anos a esta parte, a necessidade de enveredar por este caminho, por esse motivo estamos satisfeitos com as decisões tomadas. Agora será bom que não caiamos na tentação do exagero e se perceba que, também, é preciso viver o momento actual.

PALESTRA PELO SNR. DR. LABORINHO LÚCIO


À conversa com Dr. Laborinho Lúcio…
“O Chamador – livros, pessoas e territórios”
A fechar o ciclo de palestras levadas a cabo este ano civil, o Rotary Clube de Peniche terá como convidado, no próximo dia 4 de dezembro, o Dr. Álvaro Laborinho Lúcio, num encontro marcado para as 21h30, no Auditório do Edifício Cultural da Câmara Municipal de Peniche.
Embora dispense grandes apresentações, não é demais recordar quem é Laborinho Lúcio. Nascido na Nazaré, no início da década de 40,Dr. Álvaro Laborinho Lúcio é Mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, sendo juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça. Em 1979, foi grande dinamizador da criação do Centro de Estudos Judiciários, de que foi Director entre 1981 e 1990. De Janeiro de 1990 a Abril de 1996 exerceu, sucessivamente, as funções de Secretário de Estado da Administração Judiciária, Ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República. Entre Março de 2003 e Março de 2006, ocupou o cargo de ministro da República para a Região Autónoma dos Açores. Com intensa actividade cívica, é membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, das quais é sócio fundador. Agraciado pelo rei de Espanha com a Grã-Cruz da Ordem de São Raimundo de Peñaforte, e pelo presidente da República Portuguesa com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo (08-06-2005), é membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e exerce, actualmente, as funções de presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas como a justiça, o direito, a educação, os direitos humanos e a cidadania em geral, é autor de vários livros.
O mais recente, editado este ano pela Quetzal, intitula-se “O Chamador”. A sua sinopse dá-nos as seguintes pistas: “Um velho encenador evoca as grandes personagens - quase todas trágicas - que o marcaram dentro e fora de cena, sobre as tábuas do teatro ou no vasto palco da vida.
À medida que desfia enredos e fisionomias, e recupera cenários reais ou efabulados, mantém um diálogo (às vezes agreste) com a sua própria memória - interlocutora fundamental para a recuperação desse passado, mas nem sempre fiável.(…) Sempre ligado à Justiça, operando num sector da vida pública em que a garantia dos direitos de uns, passa pela supressão dos direitos de outros, Dr. Laborinho Lúcio presta aqui homenagem aos proscritos e esquecidos da sociedade, e restitui-lhes a estatura humana que lhe é devida”.

Esta iniciativa conta, mais uma vez, com o apoio do Município de Peniche e é de entrada livre.
Como tal, considerem-se, desde já, convidados!

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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