A MINHA PALMEIRA





Como anunciei em escrito anterior, a minha palmeira, que foi fortemente atacada pelo escaravelho vermelho, foi salva graças ao interesse que coloquei no seu salvamento e às indicações colhidas em elementos publicados pelo Ministério da Agricultura e Pescas no ano de 2013 e distribuídos pelos organismos públicos.

E não se trata de situação fortuita porque, como também já referi, há uma segunda cujo dono seguiu o mesmo tipo de tratamento e lá está cheia de ramos novos.

Portanto tratamento existe, com custos inferiores a 100 €, as indicações também sempre existiram mas, o que falta, muitas vezes, é o interesse em resolver os problemas que se colocam.

Por isso Peniche já perdeu umas dezenas de palmeiras e, pelo que se vê, vai continuar a cortar as que ainda resistem.

23 / 06 / 2015.

CLUBE NAVAL DE PENICHE


E agora?

Um clube, como as pessoas, tem que ter alma e credibilidade.

 Alma que é constituída pela crença que a sua massa associativa terá, ou não, num projecto que se apresenta com base num trabalho que, ao longo de anos, vai consolidando objectivos e mantendo entusiasmados os elementos que constituem a sua massa associativa. Credibilidade que é granjeada através do esforço que os seus associados observam no trabalho permanente da equipa que comanda o seu destino e que envolve a comparticipação e participação dos seus associados.

Ao tomar conhecimento da dificuldade por que passa o meu clube em conseguir alguém que queira conduzir o seu destino futuro, deixa-me triste mas compreendo a atitude. E porquê. Porque, neste momento, o clube não tem os dois elementos que comecei por enunciar.

Não tem alma, porque há mais de dez anos que a sua massa associativa quebrou a ligação que vinha tendo com ele e, como tal, já não sente a necessidade de colaborar na sua actividade. Não tem credibilidade porque o presente que lhe está a ser posto nas mãos não está a ser sentido como obra também sua.

Mais, todos temos a noção que, não fora a infelicidade de termos tido o ministro “Jamais” das obras públicas que resolveu distribuir um bodo aos pobres em compensação de promessas não cumpridas, não teríamos a oportunidade de receber o presente de umas instalações novas, que agora são apresentadas como incentivo ao aparecimento dos voluntários necessários para dar continuidade ao clube.

Mas que continuidade. Será necessário um trabalho de base, diria mesmo de recomeço que leva, muito obviamente, a que se pense que as pessoas indicadas são as que lançaram a obra. Não se vê, portanto, que seja este o momento oportuno de mudar a equipa que, melhor que ninguém, saberá como dar leite ao menino.

Fico, por isso, na expectativa de que a continuidade desejada seja feita através dos elementos que têm conduzido o clube a este momento crítico, que o reanimem no sentido de voltar a despertar o interesse da massa associativa e então, sim, será altura de se procurar quem lhe dê continuidade.

Nota -
Após a escrita destas linhas tive conhecimento de que a orientação achada está dentro do sugerido, por isso desejo que o objectivo seja alcançado. 

A MINHA PALMEIRA

Quando estava livre da doença

Já atacada quando começou a ser tratada

Estado actual, já espigada, após tratamento


Quando, em Agosto de 2014, regressei de umas curtas férias, notei que a palmeira que plantei no meu jardim há 55 anos estava atacada pelo maldito escaravelho vermelho.

Procurei localmente informação sobre como proceder, sem que tenha obtido qualquer resultado. Procurei os serviços de uma entidade especializada, que me respondeu que não podia assumir o tratamento de uma só unidade. Foi então que recorri à fonte de informação generalizada que é a internet e obtive a indicação, de que precisava, através de uma publicação que o Ministério da Agricultura fizera distribuir em Outubro de 2013, para aviso às entidades que possuíssem palmeiras na sua área.

Continuava a ter dificuldade de concretização na implementação do tratamento individualizado de uma unidade afectada mas, como tenho a faculdade de ser teimoso, resolvi assumir, eu próprio, a solução do problema.

Obtive os medicamentos necessários e pedi a alguém que instalasse no cimo da árvore um aspersor de jardim, limitando a sua acção aspersora aos limites da copa. Pendente do aspersor coloquei um tubo de rega ligado a uma torneira. Colocando o medicamento no tubo, o mesmo chegava ao aspersor, que o distribuiu pela copa afectada. Desta forma dizimei o maldito escaravelho e respectivas larvas.

As fotografias, que publico, mostram várias fases por que passou a minha palmeira, mas tenho o prazer de anunciar que ela está espigada, criando folhas novas.

Se me preocupo em fazer este relato, é porque julgo que o mesmo pode ser útil a outras pessoas, que tenham o problema e não queiram enveredar pelo cómodo caminho de abater as árvores, como fez a nossa Câmara Municipal. Um amigo que seguiu o mesmo tratamento já salvou uma outra, pelo que já são duas. O custo do abate, segundo julgo saber, é 300/400 euros, valor que está muito longe do que gastei.


Lembro que as palmeiras que abateram no nosso jardim público eram árvores classificadas centenárias e constituíam um ex-líbris do local.

Junho é o Mês dos Oceanos



Junho é o Mês Nacional de Oceanos, marcado para avivar a consciência acerca dos oceanos da Terra, a vida marinha e costas.
Muitos de nós temos um compreensível caso de amor com o mar, mas, infelizmente, nossos mundos marinhos enfrentam uma variedade de  ameaças , nomeadamente as alterações climáticas, a sobre pesca, a destruição dos habitats, a extracção e poluição.
Em 2014, o presidente Obama emitiu uma proclamação presidencial, afirmando, em seu discurso em West Point, que:  ". No próximo ano, pretendo ter a certeza que a América está na frente na elaboração de um quadro global para preservar o nosso planeta"
E em Maio deste ano, Obama reforçou a sua determinação em proteger os  oceanos, afirmando  " não importa onde você vive ou quem você é, um oceano saudável e próspero é essencial para todas as pessoas  todo o ano" em um comunicado divulgado no  site oficial  da Casa Branca..
Um marco para Obama estava em assegurar a expansão do Monumento Nacional Marinho de 225.328 quilômetros quadrados (87.000 milhas quadradas) a 1.269.094 quilômetros quadrados (490.000 milhas quadradas), garantindo que estes ambientes tropicais não são destruídos de forma irreparável por extração de recursos comerciais.
Cobrindo 71 por cento da superfície da Terra , os oceanos afectam a todos no seu clima e tempo para sua alimentação e agricultura. Envolva-se com a National Oceans mês para aumentar a conscientização e preservar a beleza do ambiente aquático da Terra.
National Oceans mês coincide também com o Dia Mundial dos Oceanos em 8 de junho.

NOTA PESSOAL – Agora que Portugal parece estar a descobrir, de novo, o mar, é bom que não se caia, como é nosso timbre, nos excessos habituais e se tenha em consideração esta necessidade de preservação.

O caranguejo “pilado” na biomedicina


Oeste Peniche, Portugal

Ao investigar os componentes biológicos do caranguejo pilado comum, este projecto pretende aumentar o valor económico de um recurso que é actualmente ignorado e criar pontes de mercado entre os pescadores e outros interessados da área.

Principais lições
Pertinência para os temas FARNET:
Valorizar os produtos da pesca locais, inovação, subprodutos.

 Resultados:
 Em Janeiro de 2011, o projecto estava ainda na sua fase inicial. Contudo, a análise preliminar dos crustáceos tinha começado e a iniciativa já dava sinais evidentes da participação dos pescadores, do seu envolvimento na recolha dos caranguejos e de uma maior consciencialização das empresas biotecnológicas quanto ao potencial desses recursos locais e ao papel que podem desempenhar nas comunidades envolvidas na sua gestão.

 Custo total: 26 842 euros
 Contribuição do Eixo 4: 11 072,33 euros
 Cofinanciamento nacional / regional: 3 690,67 euros
 Financiamento equivalente privado (Instituto Politécnico de Leiria): 12 078,90 euros

Nota – Para leitura completa da reportagem tem o caminho abaixo:


PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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