A NOSSA PROPENSÃO MARÍTIMA



Está em discussão, novamente, o “LIVRO VERDE SOBRE AS PESCAS” e dele respiguei o texto que abaixo reproduzo, como exemplo do que deveria ser a ligação da Escola Superior de Tecnologia do Mar.

Desenvolver as competências marítimas da Europa e promover o emprego sustentável no sector marítimo.
Para inverter a tendência para a diminuição do número de europeus que enveredam pela profissão marítima é necessário torná-la uma carreira estruturada e prestigiada, oferecendo-se aos jovens uma profissão de forte componente tecnológica e com saídas para actividades conexas mediante especialização complementar em áreas de conhecimento associadas ao cluster marítimo: Economia, Gestão, Direito, Oceanografia, Biologia, Engenharia Naval, etc. Desta forma, será possível propiciar uma carreira integrada em áreas de negócio como sejam, a banca, os seguros, a construção e reparação naval, o transporte marítimo, pescas, aquicultura, etc.
O desenvolvimento económico dos clusters da indústria marítima passa pelo ensino e pela formação de activos de qualidade para as profissões marítimas existentes e emergentes e ainda pela reconversão profissional.
No que respeita ao ensino e à formação uma das formas de avançar poderá ser a associação entre academias dos diferentes Estados-Membros ou a criação de uma rede de Escolas Europeias das Profissões do Mar, desconcentradas nas regiões com maiores ligações ao meio marítimo e que, à imagem do Centro Europeu de Formação Profissional, CEDEFOP, tenha a incumbência de sistematizar, a nível europeu, a preparação para as profissões marítimas, bem como formar profissionais altamente qualificados para as profissões de vanguarda ligadas ao mar.”

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