Associações de pesca reúnem-se para combater falta de mão-de-obra




São esperadas 22 associações, de norte a sul do país. Jerónimo Rato, presidente da Cooperativa de Armadores da Pesca Artesanal, de Peniche, uma das organizações impulsionadoras, disse à agência Lusa que da reunião vão sair medidas a implementar pelo sector e que poderão passar por uma paragem das embarcações em género de protesto.
O sector tem novas exigências colocadas à contratação de trabalhadores não marítimos (sem cédula profissional) ou de pensionistas, a quem está a recorrer "por falta de mão-de-obra".
Além de um certificado de aptidão física e da apólice do seguro de trabalho, esses trabalhadores passaram a estar obrigados a entregar nas capitanias respectivas uma declaração se são ou não pensionistas.
A Segurança Social actua depois, no sentido de "suspender a pensão dos que são reformados ou penalizar os armadores por terem pessoal não marítimo a trabalhar a bordo das embarcações", explicou o dirigente, recordando que os seguros de trabalho não cobrem eventuais acidentes desses trabalhadores.
Agência Lusa.

NOTA PESSOAL - Não quero pôr em dúvida a notícia, mas não dá para entender.

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