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A mostrar mensagens de Agosto, 2010

O FILHO DO PESCADOR

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Apesar da minha situação de reforma mantenho o hábito de passar uns dias fora do ambiente de todos os dias, aquilo a que todos chamam dias de férias. Também, como muitos, aproveito a circunstância para reforçar o hábito de ler e, muitas vezes, aproveitar para reler algumas obras. Este ano entendi reler o livro “O FILHO DO PESCADOR” do nosso conterrâneo Mário Fernandes Gomes. Esta leitura sugeriu que a viesse aqui recomendar aos leitores deste blog, em especial aos jovens filhos da nossa terra, para que tenham a oportunidade de entrar no ambiente da vida da nossa terra nos anos 50/60. Aproveito para felicitar o meu amigo Mário.

OS RANCHOS FOLCLÓRICOS EM PENICHE

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O concelho de Peniche tem tido sempre, ao longo da sua história, a existência de ranchos folclóricos, porém, quando se pretende fazer a história dos mesmos não se encontram materiais que ajudem a fazê-lo.
Lembrei-me, por isso, de lançar um desafio aos leitores deste trabalho no sentido de se reunirem os elementos que for possível, para que, com isso, se possa enriquecer o espólio, neste momento muito incipiente, do nosso museu.
No que respeita ao meio rural afigura-se-me que será mais fácil, já no que diz respeito à sede do concelho a dificuldade parece ser maior.
O que se pretende não é salientar a acção de ninguém, mas juntar as boas vontades possíveis em prol do conhecimento colectivo da nossa terra.
Tenho na minha posse os seguintes elementos:
De 1942 um folheto editado pela Tipografia Penichense com a Marcha de Peniche (Letra de Mariano Vicente e Mário Gomes e Música de Ludgero Lopes.
Um testemunho de D. Isaura Santana Freire, referindo que o Rancho dos Pescadores e Rendilheiras foi f…

O MISTÉRIO DO LARGO DO POCINHO

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Dando seguimento a post anterior sobre esta matéria, apresentamos a nova versão da vedação com que a empresa Ramos & Costa amputou 50% do velhinho Largo do Pocinho. Na primeira versão referia que, segundo anuncio afixado, se tratava de espaço para realização de obras, nesta versão não há qualquer indicação. A próxima versão é capaz de ser em tijolo. O certo é que já lá vão oito meses e obras não se vislumbram. O que aconteceria se fosse eu a fazer esta vedação? Peço desculpa aos leitores, mas é bom ir deixando estes marcos para memória futura.