O FILHO DO PESCADOR



Apesar da minha situação de reforma mantenho o hábito de passar uns dias fora do ambiente de todos os dias, aquilo a que todos chamam dias de férias. Também, como muitos, aproveito a circunstância para reforçar o hábito de ler e, muitas vezes, aproveitar para reler algumas obras. Este ano entendi reler o livro “O FILHO DO PESCADOR” do nosso conterrâneo Mário Fernandes Gomes. Esta leitura sugeriu que a viesse aqui recomendar aos leitores deste blog, em especial aos jovens filhos da nossa terra, para que tenham a oportunidade de entrar no ambiente da vida da nossa terra nos anos 50/60. Aproveito para felicitar o meu amigo Mário.

OS RANCHOS FOLCLÓRICOS EM PENICHE

O concelho de Peniche tem tido sempre, ao longo da sua história, a existência de ranchos folclóricos, porém, quando se pretende fazer a história dos mesmos não se encontram materiais que ajudem a fazê-lo.
Lembrei-me, por isso, de lançar um desafio aos leitores deste trabalho no sentido de se reunirem os elementos que for possível, para que, com isso, se possa enriquecer o espólio, neste momento muito incipiente, do nosso museu.
No que respeita ao meio rural afigura-se-me que será mais fácil, já no que diz respeito à sede do concelho a dificuldade parece ser maior.
O que se pretende não é salientar a acção de ninguém, mas juntar as boas vontades possíveis em prol do conhecimento colectivo da nossa terra.
Tenho na minha posse os seguintes elementos:
De 1942 um folheto editado pela Tipografia Penichense com a Marcha de Peniche (Letra de Mariano Vicente e Mário Gomes e Música de Ludgero Lopes.
Um testemunho de D. Isaura Santana Freire, referindo que o Rancho dos Pescadores e Rendilheiras foi formado em 1947 e a sua primeira actuação foi em Lisboa na então Festa do Centenário. Também da mesma senhora e com base na sua memória, duas letras da época.
De 1947 uma brochura, também editada pela Tipografia Penichense, que compila canções do Rancho Infantil Pescadores de Peniche.
De 1952 uma cópia de brochura editada por Tipografia Porvir (Caldas da Rainha) com letras do Rancho Beira-Mar de Peniche, da autoria de António Maria Mendes (julgo que vulgarmente conhecido por António da Laura) e musicadas por Cândido Ilídio Ferreira e Ludgero Lopes.
Cópia de publicação na Voz do Mar nº 596/597 de 24/12/1981 em que se relata o entusiasmo com que o Snr. Manuel Pimentel fundou e dirigiu o Rancho Infantil de Peniche desde o ano de 1951.
Tudo o que estiver disponível pode ser encaminhado para o Museu de Peniche ou, se assim entenderem, através do endereço deste blogue.

O MISTÉRIO DO LARGO DO POCINHO







Dando seguimento a post anterior sobre esta matéria, apresentamos a nova versão da vedação com que a empresa Ramos & Costa amputou 50% do velhinho Largo do Pocinho. Na primeira versão referia que, segundo anuncio afixado, se tratava de espaço para realização de obras, nesta versão não há qualquer indicação. A próxima versão é capaz de ser em tijolo. O certo é que já lá vão oito meses e obras não se vislumbram. O que aconteceria se fosse eu a fazer esta vedação? Peço desculpa aos leitores, mas é bom ir deixando estes marcos para memória futura.

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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