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A mostrar mensagens de Junho, 2010

O BIBERÃO DA CAMARA MUNICIPAL CONTINUA A ALIMENTAR A USURPAÇÃO DA FORTALEZA AO POVO DE PENICHE E SEUS INTERESSES

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De forma subtil e passo a passo lá se vai concretizando a tentativa de imposição da vontade e interesses alheios a Peniche. É claro que tudo se passa com a participação da Câmara, que vai dando guarida aos sabichões alheios a Peniche, mas não teve ainda a coragem de tentar saber qual é a vontade dos penicheiros. Agora parece que quem vai decidir da utilização do monumento, que é nosso, será o país inteiro. Já basta de humilhar esta população considerando-nos cidadão de segunda, é tempo de se reagir, numa acção pública que demonstre a nossa vontade. Não é tempo de nos acobardarmos porque quando dermos por isso tudo está resolvido nas nossas costas.

ESTAMOS DE LUTO! FALECEU MONSENHOR BASTOS.

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Foi hoje dia 12 de Junho, por volta das 6.30 horas, que Monsenhor Bastos terminou a sua tarefa entre nós. Longe vai o dia em que o então Padre Manuel Bastos Rodrigues de Sousa se apresentou na sua nova paróquia, era um jovem esperançoso que, em boa hora, veio para a nossa terra cumprir uma missão, que se viria a revelar de grande importância para todos nós. Na época da sua chegada foi o “padre certo, na altura certa”. A sua acção social, o seu apoio ao desporto para todos, vieram a revelar-se como peças fundamentais do desenvolvimento da nossa comunidade e todos, mesmo os que não dependeram, directamente, da sua acção, beneficiaram do bem que ele trouxe a Peniche. Já lhe foram prestadas homenagens terrenas, agora a melhor homenagem que lhe podemos prestar será fazer por não se deixar esquecer a sua obra e a sua figura, é portanto altura de lhe dedicarmos um monumento que perpetue entre nós a sua imagem.

SEM SIZA MAS COM SISO, VAMOS SALVAGUARDAR O INTERESSE DA NOSSA TERRA!

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Voltamos a ter entre mãos a solução da ocupação do espaço da nossa Fortaleza.
O imaculado Siza zangou-se com o Grupo Pestana, ao que nos parece, porque o citado grupo não lhe terá feito as encomendas que pretendia. Então, por isso, a ideia que tinha da utilidade de construção de uma pousada na fortaleza, parece que faleceu. A quem tem a responsabilidade de resolver o problema só resta procurar a alternativa junto de quem possa ajudar a encontrar uma solução que contemple os interesses em jogo e, muito em especial, salvaguarde a conveniência da nossa terra. Por isso se apela ao siso porque o Siza já lá vai. Mais uma vez se verifica a falta que faz o tal plano de ordenamento e ocupação do nosso monumento, onde todas estas situações já deviam estar contempladas.