PORTUGAL


HOJE FAZ QUARENTA ANOS QUE NOS LIBERTARAM DA SEGUNDA DITADURA.

PORVENTURA JÁ NÃO SERIA ESTA A BANDEIRA QUE NOS REPRESENTARIA.

OBRIGADO AOS QUE NOS RESTITUÍRAM ESTA LIBERDADE.

CONVÉM QUE FIQUEMOS ATENTOS.


NÃO, NÃO SÃO!




Se o leitor pensa que as imagens supra são no Bangladeche, sem desprimor para o país, estão enganados, elas representam uma salvaguarda da integridade física de quem visita a nossa Papôa.
Não sei de quem foi a autoria, há mais de um ano. Se foi um particular louvo o seu cuidado, porém, não posso louvar a paciência da nossa Câmara, no seu todo, porque todos estão a fazer a mesma figura.
O que passará pela cabeça das pessoas que por ali passam? Sei o que passou pela minha e já basta.

Resolvam esta situação de imediato, para bem da figura que, todos nós, penicheiros, estamos a fazer.

OBRA DA NATUREZA


Repare na figura central desta imagem. Trata-se de um afloramento vulcânico com que a natureza quis brindar a nossa cidade. Nota-se, claramente, a sua diferença para o resto da paisagem. Que pena estar em local tão maltratado e sem qualquer indicação, são as tais pérolas! 


À ATENÇÃO DOS SRS. PRESIDENTES


Após 21 anos de chamamento da atenção para o desaparecimento da praia da Cambôa e estando quase finalizada a intervenção que o POOC ali está a executar, sem que se vislumbre que nela esteja incluído o reforço e consolidação do simulacro de esporão que ali foi feito, venho dirigir aos Srs. Presidentes da Câmara e da Junta de Peniche a solicitação, não exigindo como é linguagem normalmente utilizada noutros quadrantes, de que dediquem a vossa atenção ao assunto, no sentido de que o mesmo seja considerado, ainda que, para isso, seja necessário abdicar da girândola de fogo-de-artifício que tem sido costume queimar na festa da passagem de ano.

Porque me parece que não tenho sido entendido através do que escrevi, várias vezes, quer através da Voz do Mar, quer através deste modesto blogue, resolvi, desta vez, fazer-vos um desenho, na esperança de, talvez, conseguir fazer alguma luz nas vossas mentes.

Como repetidas vezes tenho afirmado, o que se pretende é substituir a função que foi desempenhada ao longo de décadas, quer pelo cano de esgoto das fábricas Fialho e Exportadora, quer pela rampa de lançamento da embarcação salva vidas, retendo assim a areia onde ela é tão necessária. E não venham dizer-nos que não têm nada a ver com isso, a responsabilidade do que se passa no vosso, nosso, território, é toda vossa.

Porque, Srs. Presidentes, se não se arranjar maneira de fazer subir o nível de areia à volta de 2 a 3 metros na praia da Cambôa o mar vai saltar por cima de tudo o que lá está a ser posto, é ver como ele salta na muralha, na fachada da estação do salva vidas e no Quebrado.

Se o esporão for devidamente concretizado, isto é, se ficar ligado e integrado na obra que está a ser feita, a areia, que até agora tem estado a ser espalhada pela baía, voltará ao sítio onde pertenceu, com benefício da Cambôa, da muralha, do Quebrado e dos médões, que tanta importância têm na segurança do território.

Passo a explicar o que pretendo representar com a imagem que publico:

A vermelho        -              O reforço e integração do esporão já existente.

A preto               -              A recente construção feita pelo POOC.

A amarelo           -              Um exemplo do local onde se pretende a fixação da areia. 

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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