quarta-feira, 26 de agosto de 2026

 

NA SERRA D´EL REI A MINA PARA ALGUÉM



Imagem de minas abandonadas

O conteúdo deste escrito deve-se à publicação de alerta feito pela Associação Arméria, facto que só aumenta a minha admiração pela sua existência.

As fotos que o encimam são o resultado de explorações semelhante ao que a ambição parola pretende para o nosso território.

Como munícipe manifesto, publicamente, a minha opinião que é contrária à efectuação do pretendido.

Ainda me lembro dos painéis solares que idealizavam para o mesmo território.

Ainda bem que a nossa edilidade já tenha tomado posição neste assunto.

Fazer obra é a natural ambição de quem assume lugar de governo da causa pública, mas, exige elevada ponderação e acerto.

A indefinição de quem foi o mentor da ideia é um acto de cobardia.






 

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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

 

A LENDÁRIA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIAS DO MAR



A LENDÁRIA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIAS DO MAR

Quem analisar ou se recordar do sonho que foi a lenda em título e tiver a noção da situação da actividade da pesca em Peniche, recorda-se do sonho que motivou o estabelecimento de ensino do IPL na nossa terra.

O sonho esfumou, ou melhor, espumou perante o tipo de incentivos europeus e nacionais, que foram aparecendo e a orientação do instituto foi-se adaptando aquilo que, no momento está a dar.

Entretanto a actividade da pesca local vai perdendo cada vez mais o seu valor à escala do país e não se vislumbra um rumo a dar-lhe por parte de quem tem o dever de pugnar por isso.

Esta é uma abordagem do assunto que poderia marcar com (3) e deixo os links das anteriores:

https://peniche-minhaterra.blogspot.com/2012/02/cidade-escola-superior-de-tecnologia-do.html

https://peniche-minhaterra.blogspot.com/2024/02/a-cidade-escola-superior-de-tecnologia.html



 

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

 

BIENAL DO MAR (Sua consequência?)




Começo por felicitar o executivo camarário pelo excelente trabalho realizado com a apresentação da Bienal do Mar, é sinal de que existe preocupação com a situação a que os últimos executivos deixaram chegar a principal actividade da nossa terra.

Pessoalmente recordei as Feiras do Mar que no passado foram levadas a efeito, numa altura em que Peniche se afirmava como o segundo porto de pesca.

É, por isso, encorajador que se volte a ver a atenção do executivo virada para as coisas do mar, é preciso que a ciência se volte, para além da expressividade científica, também para o desenvolvimento da formação e apoio das pessoas que nos conduzirão à recuperação do tempo perdido.

O êxito do presente só se confirma com a sua consequência futura, é, pois, esperançoso ver o sinal que nos foi transmitido.

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domingo, 10 de maio de 2026

 

PARA ONDE VAI A RENDA DE BILROS!




Não quero transmitir a ideia de que sou um entendido em rendas mas, sou, isso sim, um dos que se preocupam com as coisas da sua terra.

Esta minha situação leva a que esteja preocupado com o que se passa, no momento actual, no campo da preservação da arte de rendilhar.

Por isso e para meditação de quem esteja interessado, republico um texto publicado em 18/02/2007 no blogue "AS RENDAS DA ROSA".



RENDA DE BILROS DE PENICHE

A ORIGEM DA RENDA DE BILROS -

Não é conhecida a origem da renda de bilros. Sabe-se que povos muito antigos usavam tecidos cujo aspecto se assemelhava a renda e que se presume fossem elaborados de forma semelhante à renda actual. Admite-se que os Fenícios podem ter sido agentes divulgadores das rendas, através das suas trocas comerciais e, portanto, também ao longo da costa marítima portuguesa, onde estabeleciam contactos priviligiados. Outra corrente afirma terem chegado ao nosso país através dos contactos com o norte da Europa, onde a arte apareceu nos seus principais portos.

DEFINIÇÃO E EXECUÇÃO -

É um trabalho formado pelo cruzamento sucessivo ou entremeado de fios texteis, executado sobre o pique e com a ajuda de alfinetes e dos bilros. O pique é um cartão, normalmente pintado da cor açafrão para facilitar a visão por parte da executante, onde se decalcou um desenho, feito por especialistas e em papel quadriculado, cuja origem está na criatividade da autora, que por vezes recorre à estilização de objectos naturais como as flores e animais. Os alfinetes fixam o trabalho ao pique e são colocados em furos estrategicamente efectuados no desenho base. O bilro é um artefacto de madeira em forma de pera alongada onde é enrolada a linha (fio textil) que vai sendo descarregada à medida que o trabalho avança. Todo o trabalho é executado com o auxílio de uma almofada cilindrica, onde é fixado o pique, que, por sua vez, está pousada sobre um banco de madeira cuja forma permite a fácil alteração da posição da almofada, que roda sobre si, enquanto permita uma posição cómoda a quem executa.

A SUA HISTÓRIA -

Indefinida que está a sua origem resta apurar a data do seu aparecimento no nosso país e, como tal, consta que a primeira vez que se falou na palavra renda, entre nós, terá sido no reinado de D. Sebastião em 1560.

No reinado de D. João V o país foi inundado e influenciado pelas rendas com origem na Flandres, dado que o protocolo da corte obrigava ao uso das rendas flamengas, facto que veio prejudicar o desenvolvimento das nacionais. Esta situação originou a reveolta das rendeiras nortenhas que enviaram o seu protesto, perante o rei, através da vila-condense Joana Maria de Jesus, que conseguiu permissão para o uso das rendas nocionais em lenços, lençóis, toalhas e outro bragal de casa, continuando proibido o seu uso pessoal. As rendas nacionais foram libertadas destas peias em 1751, no reinado de D. José, passando a poder ser usadas na roupa branca de uso das pessoas, toalhas, lençóis e outras alfaias da casa. Porém a entrada na capital das rendas feitas no resto do país era sujeita ao acompanhamento de guias passadas pelos escrivães das câmaras, embora, pelo facto de na sua feitura se empregarem somente pessoas pobres, estivessem isentas de impostos.

E foi assim que na classificação das rendas se passou a denominar de aristrocáticas, hoje em Peniche chamadas eruditas, aquelas que imitam as estrangeiras por serem mais elaboradas e utilizando linhas finas, e as populares que são aquelas que tradicionalmente sempre foram feitas pelo povo.

"ONDE HÁ REDES HÁ RENDAS" e Peniche não foi excepção, como não foram quase todas as povoações do litoral onde se desenvolve actividade piscatória. Num livro publicada em 1865 pelo então capitão do porto Pedro Cervantes de Carvalho Figueira refere-se que umas senhoras, que na época contavam mais de oitenta anos, afirmavam que a sua tia/avó lhes mostrava piques das rendas que tinha feito em menina, o que atesta que as rendas, em Peniche, já se faziam em meadoa do século XVIII.

PRESERVAÇÃO DA RENDA DE BILROS EM PENICHE -

Consta que em 1836 a mulher do Conde de Casal (que aqui se encontrava como governador da praça), analizando as rendas grosseiras que aqui se faziam, entendeu que, se se usassem materiais mais delicados, como linhas mais finas e desenhos elaborados, seria possível obter produto de melhor qualidade. Com o auxílio de um engenheiro em serviço na praça pôs em acção o seu plano, do que resultou sensível melhoria da qualidade, o que permitiu que as nossas rendas fossem premiadas em eventos internacionais logo nos anos de 1851 (Paris e Londres), 1857 e 1861 (Porto), 1872 (Viena de Áustria) e 1878 (Paris).

Em 1887 foi criada a Escola Industrial D. Maria Pia com uma secção de rendeira, que deu continuidade ao rejuvenescimento encetado em 1836. Foi sua primeira directora a D. Maria Augusta Bordalo Pinheiro que impulsionou o artesanato através da criação de novos e perfeitos desenhos. Assim as nossas rendas voltaram a ser premiadas em 1889 (Paris), 1893 (Belém) e 1895 (Paris).

Da Escola Industrial D. Maria Pia resultou a Escola Josefa de Óbidos, posteriormente denominada Escola Industrial de Peniche e entretanto a sua actividade passou a integrar a Escola Secundária de Peniche, onde hoje nada existe sobre rendas e o seu espólio acabou por ser desbaratado.

Toda a actividade destas escolas foi formando pessoas que aprenderam a arte de desenhar, elaboração de piques e manufactura de renda, dependendo da sua capacidade criativa a preservação da qualidade das rendas de bilros de Peniche.

Paralelamente à actividade destas escolas existiu a Casa de Trabalho das Filhas dos Pescadores, que estava na dependência da Casa dos Pescadores e que, ao longo de quatro décadas, constituiu uma forma de assistência às filhas dos pescadores, com base nos ensinamentos ministrados, entre os quais a renda, e de um pequeno salário base.

Também a paróquia, por iniciativa de Monsenhor Bastos, em fase crítica da produção de rendas, criou uma oficina de rendas junto do Lar de Santa Maria.

Finalmente a Câmara Municipal de Peniche, em Setembro de 1987, abriu uma  Escola de Rendas, que se encontra a funcionar com a frequência de adultos e crianças.

Por iniciativa particular de um grupo de interessados na preservação das rendas de Peniche foi fundada em Setembro de 1994 a Associação Peniche Rendibilros, com o objectivo de preservar e promover a aprendizagem e divulgação das rendas de Peniche.

A REALIDADE ACTUAL -

Observa-se, neste momento, o renascer do interesse pelas rendas, mercê do apoio que tem sido prestado pela nossa autarquia, como contrapartida do desinteresse do Governo Central que retirou o curso das rendas das escolas oficiais, mantendo a escola referida, promovendo concursos anuais e instituindo a semana da renda, onde se salienta a passagem de modelos com aplicações de renda em vestuário, terminando com o Dia da Rendilheira como acção pública de divulgação e promoção das rendas.


 Nota- Este post foi elaborado com base em consultas aos livros "PENICHE NA HISTÓRIA E NA LENDA" do Snr Dr. Mariano Calado e "BORDADOS E RENDAS DE PORTUGAL" do Snr. Dr. Manuel Maria de Sousa Calvet de Magalhães.


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quinta-feira, 16 de outubro de 2025

 

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS E OS PENICHEIROS

 


Ao longo do tempo de existência deste meu blogue tenho escrito e sentido um certo alheamento ou falta de discernimento, da parte dos Penicheiros, acerca da defesa dos interesses da sua cidade e, como não tenho feitio para calar, bem pelo contrário, sempre que foi preciso aqui estava para fazer o reparo que se justificasse, do meu ponto de vista, com todo o à-vontade.

Perante o resultado obtido, nas últimas eleições, pelo partido que, todos conhecem ser o meu, desde sempre, coloca-se-me uma situação muito peculiar, acerca da forma como reagir.

Naturalmente que tenho motivo para exultar e não tenho dúvida que foi isso a que os aludidos resultados me conduziram, porém, aquilo que representam os meios necessários para procurar soluções para o caos a que alguém nos conduziu, bem como o esforço e ponderação necessários, por parte dos vencedores, para um correcto e feliz desempenho da sua missão, leva-me a solicitar a Deus e aos Penicheiros a sua colaboração no sentido de se conseguir o melhor.

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sexta-feira, 27 de junho de 2025

 

VEM AÍ O TEMPO

Vem aí o tempo de exibição dos papagaios bem-falantes e dos protegidos pelos doutos, porém, convém que a população da minha terra, que tanto tem sido vilipendiada pelos últimos governos autárquicos, tenha a lucidez de escolher, não tanto pela trapalhada verborreica, mas mais pela análise do passado de cada um dos pretendentes ao osso.

É tempo de escolher, com rigor, alguém que pense na nossa terra, que dê garantia de saída deste atoleiro a que nos conduziram e dar menos ouvidos a promessas de ocasião e a intromissões dos estranhos infiltrados, que tanto mal trouxeram ao nosso burgo.

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sábado, 15 de fevereiro de 2025

 

AGORA É QUE QUEREM SER HOMENZINHOS



As expressões que reproduzo a seguir deixam-me verdadeiramente espantado. O que esperavam os elementos da câmara, nomeadamente o seu presidente, quando em actos anteriores não se souberam impor, têm, agora, o resultado da sua moleza. Ainda não se convenceram que, eles, são os que menos mandam nesta terra.

Os eleitos na Câmara Municipal de Peniche mostraram-se hoje divididos com a intenção do Governo em transformar o Forte de São João Batista, na ilha das Berlengas, em centro interpretativo ambiental, sentindo-se excluídos do processo.

“Estou deveras surpreendido pelo despacho da ministra do Ambiente, porque representa uma falta de respeito por estes órgãos e porque decide o que estes órgãos devem fazer sem falar com ninguém”, afirmou Henrique Bertino.



 

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sábado, 18 de janeiro de 2025

 

QUAL SERÁ O SEGREDO?





As imagens que publico servem para que, alguém, me ajude a perceber a razão de ser do fenómeno que passo a apresentar.
"Há cerca de quatro meses o monte de restos de obra foi depositado no local que se pode observar na primeira fotografia".
"A partir daí ninguém mais se deu ao trabalho de retirar os citados restos e os vários profissionais da recolha dos variados lixos respeitam, religiosamente, o montinho de lixo, ao ponto do contentor do lixo geral já estar em cima da zona ajardinada".
Enquanto aguardo que me possa ser dada a necessária informação do acto fenomenal, permitam-me o desabafo seguinte:
PORRA QUE JÁ É DESLEIXO E INCOMPETÊNCIA A MAIS, SERÁ QUE NINGUÉM FISCALIZA ESTAS ABSURDAS ATITUDES? 


 

 

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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

 

MUSEU MUNICIPAL DE PENICHE


 

Acabamos de passar pelo sétimo aniversário da data em que uns energúmenos, que se dizem filhos de Peniche, encerraram o MUSEU DE PENICHE para abrir caminho à satisfação de uma contrapartida que o António Costa, na altura primeiro-ministro, teve de pagar ao Bloco de Esquerda, pelo apoio parlamentar.

Enfim, ficamos sem museu e sem saber se algum “penicheiro” também recebeu alguma contrapartida.

A certeza que temos é que o museu continua encaixotado e não temos conhecimento de que as entidades locais se preocupem com isso.

Incluo o link da comemoração do último ano.

https://peniche-minhaterra.blogspot.com/2023/11/uma-vergonha-com-seis-anos.html


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quarta-feira, 14 de agosto de 2024

 

Smart Ocean e a banha da cobra



Quem leu a notícia da assinatura do auto de construção do Smart Ocean ficou radiante com a pintura apresentada, em especial com a reprodução das declarações do seu principal promotor.

Vamos incubar mais de vinte empresas. Prestar serviço de apoio às empresas na fase inicial de crescimento. Queremos internacionalizar, mas também captar empresas, investimento para Peniche."

Foram estas as afirmações introdutórias e a sua leitura empolga qualquer bem-intencionado, nomeadamente o snr. Presidente da Câmara, que certamente vê nesta importante colaboração, uma forma de encher, o amplo espaço de que, há anos, anda a anunciar a infra-estruturação da Zona Industrial do Vale do Grou e Parque Tecnológico adjacente sem que nada tenha sido feito.

Agora o projecto Smart Ocean vai trazer todas estas empresas e investidores para os colocar onde?

É aqui que, quem tenha dois dedos de testa pensa (NÃO ESTARÃO A VENDER A BANHA DA COBRA!)




 

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domingo, 14 de julho de 2024

 

O PESCADOR






Clique nas imagens

Voltou ao seu lugar a estátua com que o povo de Peniche quis homenagear a classe que mais contribuiu para o desenvolvimento da minha terra.

Quero agradecer e enaltecer o facto de os responsáveis autárquicos haverem respeitado a vontade dos nossos antepassados que tiveram, antes de nós, a respeitável lembrança de perpetuarem o seu apreço pelo esforço dos pescadores de Peniche.

 

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quinta-feira, 11 de julho de 2024

 

UMA VOLTA "TURÍSTICA"









Clique nas imagens



Porque o dia de praia não estava apetecível, na minha qualidade de visitante nesta aprazível cidade, resolvi visitar o Parque do Abandono, a Aldeia dos Macacos e  o Parque das Merendas da Ajuda.
Sempre que possível voltarei, não só para rever as imagens que obtive, como, também, para apreciar a continuidade do excelente cuidado com que os responsáveis os mantêm.
 

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quinta-feira, 27 de junho de 2024

 

Central Fotovoltaica em Atouguia da Baleia


Abordo este assunto para transmitir à Arméria, associação ambientalista que zela e defende os interesses do nosso concelho, o meu aplauso pela posição que tomou em relação à pretensão de se instalar a central fotovoltaica em título.

Os deuses devem estar doidos ou interesseiros, não é compreensível que um concelho que tem o escasso território do nosso seja governado por alguém que admite, sequer, pensar em instalar uma central do género em terrenos que constituem o miolo do território e vai ocupar uma área, da pouca que resta, para a actividade agrícola ou expansão urbana.

Quando esteve em análise a central da Serra d’El Rei o povo calou, quando lhe ocuparam a fortaleza para contrapartida de apoio o povo calou e agora?

Será que o POVO DE PENICHE está adormecido, espero bem que tenha ganho consciência de que não vive em regime comunista, pode expor as suas ideias, defender os interesses da sua terra sem medo que, os deuses governantes, o incomode.

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quarta-feira, 26 de junho de 2024

 

A PRAIA DO MOLHE OESTE


A acumulação de areia está a processar-se a bom ritmo, pelo que, no mês de Agosto, é previsível que já se possam armar chapéus de sol e barracas,

Quando projectaram o prolongamento do cais interior este blogue chamou a atenção para as consequências daí resultantes, tanto para o lado da entrada do porto, como para a manutenção da navegabilidade do porto de recreio, em agravamento do que já vinha sucedendo.

Fomos apelidados de intrusos no trabalho dos técnicos responsáveis, porém, o tempo veio confirmar que, aquilo que foi dito, estava certo, como era evidente.

Em confirmação destas afirmações deixamos abaixo os links de acesso ao que, então, foi dito:

https://peniche-minhaterra.blogspot.com/2019/01/respondo-uma-observacao.html

https://peniche-minhaterra.blogspot.com/2019/01/o-aumento-do-esporao-interno.html


 

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

 

MONUMENTO AO HOMEM DO MAR




Hoje perfazem três anos que ruiu o monumento que a população ajudou a erguer.

A importância do monumento e o que ele significava de reconhecimento e agradecimento àqueles que sustentaram e sustentam a actividade económica da nossa terra, merece uma reflexão atenta de todos nós, assim como o motivo por que, passados três anos, ainda não há notícia da sua reposição.

Ao que me parece a Câmara Municipal não tem meios para tal e, porventura, vontade para isso.

Compete ao povo de Peniche impor a reposição, nem que tenha de ser ele a suportá-la.

Este blogue nunca pediu que divulgassem qualquer sua publicação, mas, esta é um caso especial, que, como já disse, merece a nossa reflexão de Penicheiros, portanto àqueles que participem na divulgação o meu antecipado agradecimento, àqueles que a leiam solicito que manifestem a sua opinião e, até, a sua disponibilidade de ajuda a reerguer o monumento, tal como estava, porque foi essa a vontade dos nossos antepassados.


 


 

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terça-feira, 28 de novembro de 2023

 

A BRANCURA DA FORTALEZA



A brancura da fortaleza está a criar uma sensação estranha na mente dos ingénuos desta terra.

Porque será? Pensam uns. Outros, gostava mais da anterior!

Oh! Penicheiros, não tendes nada de que vos preocupardes, os senhores tomaram de assalto um edifício militar, pelo menos foi essa a sua concepção de origem, agora passou a sede de um bando de ocupantes que, nas barbas de vocês “penicheiros” vão dispor, a seu belo prazer, daquilo que a “patrulha costa” lhes pôs no colo.

Esclarecendo algumas mentes empedernidas, a cor anterior não tem nada a ver com o Estado Novo, tem a ver com o facto de ser um edifício militar, compreende? E os novos donos têm a preocupação de demonstrar quem manda.


 

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quarta-feira, 1 de novembro de 2023

 

Plano de Cogestão da Reserva Natural das Berlengas - UM DESASTRE TURÍSTICO FUTURO


Plano de Cogestão da Reserva Natural das Berlengas em consulta pública de 09 de outubro a 06 de novembro de 2023.

Consulta Pública - Plano de Cogestão da Reserva Natural das Berlengas

28 setembro 2023

Henrique Bertino Batista Antunes, Presidente da Câmara Municipal de Peniche, faz público que, nos termos e para efeitos do previsto no artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 116/2019, de 21 de agosto, o Plano de Cogestão da Reserva Natural das Berlengas (em anexo), se encontra em consulta pública de 09 de outubro a 06 de novembro de 2023.

Cumpri o dever de ler aquilo que está a ser proposto no plano acima realçado e estou alarmado com a falta de pudor e incompetência demonstrada pelo presidente da câmara, um filho de Peniche, ao embarcar no ardil em que o envolveram, ou talvez não.

As associações que existem na nossa terra, quer ligada à Berlenga, quer ligada ao meio ambiente são pura e simplesmente excluídas.

A Berlenga e os arquipélagos próximos são peças fundamentais do futuro turístico da nossa terra, as reservas naturais que existem pelo mundo fora actuam na defesa dos seus princípios, mas respeitam os interesses dos locais.

Não é o que está a acontecer na proposta que está exposta a consulta e lamento que não tenham sido feitas sessões públicas de esclarecimento e consulta ao povo da minha terra, com quem querem dar a ideia de isenta colaboração.

E as restantes entidades políticas, estão caladinhas? Não têm nada a dizer?

A Assembleia Municipal e os partidos políticos que a compõem foram consultados, se foram são coniventes?


 Como é que esta MINHA TERRA há de sair da situação de retrocesso em que caiu.

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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

 

DÊ UM TOSTÃO AO “SANTO ANTÓNIO”


A nossa Câmara Municipal resolveu fazer um peditório (obrigatório) aos turistas que nos visitam, sob a forma do pagamento de um euro por cada noite que cá dormirem.

Está enfadada com o excesso de turistas que nos visitam e com a perturbação que os intrusos causam e o aumento dos custos que tudo isto origina.

Apesar de gastar 70% do orçamento com os gastos gerais em pessoal, não deve ter gente suficiente para garantir os níveis de eficiência, “a que vínhamos sendo habituados”.

Pensava eu que, a vinda destas pessoas, constituíam um manancial de desenvolvimento possível e que ao contrário de enfado antes proporcionavam hipótese de geração da riqueza que, há muito tempo, temos vindo a perder, por exemplo, no âmbito da pesca e da indústria.

“Balha-me Deus”, os Deuses devem estar loucos.


 

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terça-feira, 10 de outubro de 2023

 

E A REPOSIÇÃO DO MONUMENTO AO HOMEM DO MAR? COMO ESTÁ?



É verdade! Nesta Minha Terra o sumisso das coisas está endémico, assim está acontecendo ao monumento ao homem do mar.
A atençao e preocupação que os responsáveis pela nossa edilidade têm tido com o nível de desenvolvimento e limpesa do nosso burgo é tal, que nem deixam tempo livre para que se cuide de pormenores, como seja, respeitar as decisões que o povo, orgulhosamente, tomou, de erigir em homenagem àqueles que, noutros tempos, tanto pugnaram pelo pouco que ainda resta nesta terra de ligação ao mar que a continua a abraçar.
Volto ao tema, como aqui já havia feito, na tentativa de quebrar a letargia que vai na cabeça dos, ditos, responsáveis pelo que aqui se passa.


 

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sábado, 12 de agosto de 2023

 

O VALE DO GROU

Zona Industrial do Vale do Grou, a sua participação é importante!

Para a dinamização económica do concelho, é importante (ouvir e debater) aproveitar as ideias de todos - empresários e população em geral. Esta dinamização é indispensável para conseguirmos mais emprego, mais riqueza e melhor qualidade de vida.

A Zona Industrial do Vale do Grou é uma necessidade e uma grande oportunidade!

Apelamos à participação neste momento único em que estamos a planear e a definir regras.

Dos empresários esperamos uma participação pró-activa, trazendo até nós as suas necessidades, concretizando o que pretendem.

Fale connosco!

Esta imagem e lenga-lenga acima reproduzidas, há alguns anos que fazem parte do conteúdo do sítio da Câmara.

O que pretenderão, para além da atitude demagógica, os autores deste convite final "Fale connosco"?

Todos sabemos que os terrenos assinalados na imagem têm dono, que antes de emitir qualquer sugestão o cidadão que quiser colaborar tem que conhecer, no mínimo, o ante projecto que exprima o ponto de vista camarário.

Porventura o "Fale connosco" é só para ficar a saber quem é o dono a que se deve dirigir e, depois, fazer um projecto que sujeitará ao arbítrio do autor da lenga-lenga.

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