As árvores classificadas da nossa Terra

Imagens do abate de cedros

Últimas imagens  das palmeiras antes de abatidas

Imagem da Malaleuca antes do corte da parte superior

Imagem da Melaleuca após corte da parte superior

Aspecto da zona de onde foi decepada a parte superior

Alguns cedros que, por enquanto, não incomodaram ninguém

Um dos cedros com ramos partidos

Outro aspecto do mesmo

Outro exemplo de ramos partidos e pendurados

                                          Resultado da pesquisa de Arvoredo de Interesse Público
          Nova Pesquisa
Distrito
Concelho
Freguesia/Lugar
Nº Processo
Nome Científico
Nome Vulgar
Descrição
Classificação
Idade
Leiria
Peniche
Peniche (Ajuda) 
Jardins Principal e Baluarte
Phoenix canariensis Chabaud, Cupressus macrocarpa Hartweg etx Gordon
palmeira-das-canárias (119 exemplares), cipreste-da-califórnia (12 exemplares)
Maciço
Este arvoredo foi retirado do RNAIP. Já não existe
Leiria
Peniche
Peniche (Ajuda) 
Av.25 Abril
Melaleucca armilaris Smith.
melaleuca
Árvore Isolada
D.R. nº 135 II Série de 12/06/2000
80


Nº Processo:KNJ3/033Classificação:Este arvoredo foi retirado do RNAIP. Já não existe

Nome Científico:Phoenix canariensis Chabaud, Cupressus macrocarpa Hartweg etx Gordon
Nome Vulgar:palmeira-das-canárias (119 exemplares), cipreste-da-califórnia (12 exemplares)
Interesse histórico ou paisagístico:O Jardim do Baluarte é um jardim público situado do lado de dentro das Muralhas de Peniche e que surgiu após o desaparecimento do pântano do Morraçal de Peniche de Cima. Do arvoredo que compõe este jardim, destacavam-se 119 palmeiras-das-canárias e 12 c

Distrito:Leiria 
Concelho:Peniche 
Freguesia:Peniche (Ajuda) 
Morada:Jardins Principal e Baluarte
R


Lamentavelmente, vamos assistindo ao desaparecimento de algumas das nossas árvores classificadas de interesse nacional, apesar de a Câmara pagar ordenado a gente que tem obrigação de as preservar.

Publico o registo dessas árvores no Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, as imagens do que foi feito a algumas e o abandono e mau tratamento noutros casos.

Portanto o aludido registo contempla as palmeiras que existiam no Jardim, a tal Melaleuca que ainda existe, embora sujeita aos maus tratos de quem não tem qualquer habilitação para cuidar de árvores com esta importância, e alguns dos cedros, vários dos quais com ramos quebrados e pendurados há, pelo menos, três anos.

Definitivamente não têm a noção do que temos, aliás, do que tínhamos.

UMA REDE DE OPORTUNDADES




O Eixo 4 do Fundo Europeu das Pescas (FEP) difere dos
outros três eixos, na medida em que se destina às zonas
de pesca (com o título «Desenvolvimento Sustentável
das Zonas de Pesca») e não apenas ao sector das
pescas. A atribuição de fundos destinados ao Eixo 4 do
FEP implica três condições básicas:
1.         Seleccionar uma zona local, em conformidade com
requisitos nacionais e comunitários;
2.         Criar uma parceria ou um grupo local (Grupo de
Acção Costeira – GAC), que integre actores-chave na
zona de pesca local respectiva; e
3.         A parceria que, em conjunto com a comunidade
alargada, deve criar e implementar uma estratégia
de desenvolvimento local para a zona de pesca.
A zona é, neste contexto, a base comum para formar a
parceria, preparar a estratégia e implementar as acções
definidas. A estratégia e as acções financiadas no âmbito
da parceria devem apresentar uma relação estreita com
as características, condições e necessidades da zona
de pesca. Fundamentalmente, é a zona em si (e não
os projectos individuais) que beneficia e constitui o
alvo da atribuição de fundos públicos, devendo ser os
indivíduos que nela habitam e trabalham a decidir as
prioridades e os projectos que virão a ser apoiados.

NOTA PESSOAL - 
O texto e as imagens que reproduzo foram retiradas da revista FARNET, órgão divulgador das actividades da UE para o desenvolvimento do sector das pescas, como das áreas e actividades envolventes.
A nossa terra ainda vai tendo actividade piscatória embora, como todos sabemos, em situação de declínio, face àquilo que já foi.
Como já tenho vindo a abordar noutras circunstâncias esta situação não pode ser tolerada e, por isso, há que tomar medidas urgentes no sentido de renascermos como a segunda localidade da pesca portuguesa.
Mais uma vez se me afigura oportuno que as (forças vivas) locais se envolvam nessa tarefa, aproveitando a disponibilidade dos fundos europeus à disposição para o período 2014-2020.
Esta apresentação faz parte de umas outras notas que se lhe seguem, sobre o assunto.

OS ARMAZENS DA CÂMARA










Quando se pretende que a nossa terra seja considerada, por quem nos visita, uma cidade cuidada, limpa e ordenada, não é possível apresentar aos olhos de toda a gente e integrada numa zona que se pretendia nobre, uma instalação camarária, os designados armazéns da Câmara, com o aspecto emporcalhado e desordenado como as imagens que publico demonstram.

No meio de tanta grandeza de ideias que, por vezes, se anuncia, não é admissível que alguém tenha a desfaçatez de permitir que assim seja.

Está explicado o motivo por que a obra de restauro do fosso da muralha não passou daquele, também emporcalhado, resultado, foi certamente para que a bolota continuasse a dizer com a porcalhota.

Já anteriormente sugeri que se retirassem daquele local os ditos armazéns e parece que não há outra volta a dar, se, se quer pensar em vir a dar alguma dignidade àquela zona.

 A encimar este escrito incluo uma fotografia da maqueta do projecto que existiu para o local e que foi abandonado.

Bubble net – Rede de bolhas para captura de pescado


RESUMO / OBJECTIVOS
O projeto visa o desenvolvimento de uma nova arte de pesca, substituindo as redes de pesca físicas usadas na arte do cerco (sardinha, carapau, cavala,…) por uma rede de bolhas de ar. A ideia surgiu da visualização de um documentário sobre a estratégia alimentar das baleias corcunda, as quais emitem pelo espiráculo uma parede de bolhas que cerca os cardumes e os impede de fugir, comportamento conhecido como bubble net feeding. A grande vantagem da aplicação da Bubble net será a eliminação das redes, o que se traduz numa pesca mais sustentável. Será possível controlar a quantidade de peixe capturada, respeitando as quotas, bem como eliminar os riscos que as redes representam para o ecossistema marinho. Além da validação da nova técnica de pesca de cerco, o projeto visa também o desenvolvimento de ações de sensibilização da comunidade piscatória, com vista à adoção da nova técnica e ao seu envolvimento na resolução dos atuais problemas do sector (patente 104107).
PALAVRA  CHAVE - Sustentabilidade das pescas; Nova arte de pesca
PARCEIROS - OPCENTRO – Cooperativa de Pesca Geral do Centro, CRL
COORDENADOR - Teresa Mouga – mougat@ipleiria.pt | MARE-IPLeiria, Portugal
FINANCIAMENTO - 540 715€ | PROMAR, Eixo III, Ações Coletivas // Período Execução 2007-2013

NOTA PESSOAL EM 09/02/2016. – De vez em quando surgem notícias deste tipo que, embora assentando em princípios que nos parecem irrealistas e dando a ideia de se tratar apenas da utilização de verbas disponíveis, seria bem interessante que a nossa ciência, na verdade, se preocupasse e envolvesse na solução da situação de estagnação em que se encontra a nossa indústria da pesca. Mas não, efectivamente, tal como a nossa classe política, parece que esta não será uma das suas preocupações.

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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