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A mostrar mensagens de Maio, 2016

NOVO VISUAL DO ALTAR DO MUNDO

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Visão geral do novo altar exterior
Permite ter a visão total da basílica
De qualquer ângulo
Como aqui também se ilustra
Até da parte de trás

Esta é a visão desde o interior da basílica
Um pormenor do novo altar
A visão nocturna
Um outro aspecto
Estão de parabéns os projectistas e executores do projecto.

Nota - Que pena que não seja assim em todo o lado!








A MEMÓRIA DE UM PASSADO RECENTE:

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Estávamos na época da libertação dos pescadores da exploração pelas empresas de pesca privadas.
Floresciam as cooperativas que prometeram o bem-estar e o progresso da actividade da pesca, agora gerida por gente que sabia da arte e que prescindia das grandes remunerações que constituíam, no passado, o jugo da classe piscatória.
Os nomes atribuídos às novas empresas, Fruto da Liberdade, Unidos Venceremos, Fruto de Abril, Luta dos Pescadores, Portugal Livre, etc., assim atestavam o futuro risonho da actividade e das pessoas que nela laboravam.
No banco onde trabalhei, que não chegou a ser Banco do Povo como alguns outros, apareceram, certo dia, 4 trabalhadores libertados a reclamar a entrega imediata de um financiamento que já tinha sido aprovado, ao que me limitei a responder que não tinha qualquer notícia sobre o assunto.
A situação foi-se prolongando até que, uns bons dias depois, fui surpreendido pelo telefonema de uma senhora doutora, cujo nome não recordo, mas que já era conhecida…

IMAGEM PEREGRINA NA BASÍLICA

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A Imagem Peregrina, que recentemente visitou Peniche e onde foi tão bem acolhida, ocupou o seu lugar na basílica do Santuário de Fátima.

O PORQUÊ DA E.S.T.M.

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A propósito da palestra rotária intitulada “DO MAR PARA A SOCIEDADE” há dias concretizada no Auditório Municipal sugeriu-se-me esclarecer “O PORQUÊ DA E.S.T.M.”.
Teremos que recuar 40/50 anos para se chegar à génese da necessidade da sua criação.
Viviam-se ainda os tempos que hoje apelidamos de mais ou menos áureos da indústria da pesca e no espírito e conversas de algumas pessoas, interessadas na continuidade do progresso da nossa terra, onde germinava a dúvida, ou melhor dizendo a certeza, de que o que se estava a passar na indústria não teria bom sucesso.
Punham-se em causas algumas más práticas de gestão, mais concretamente o volume de investimentos, alguns inaproveitados e outros a raiar a loucura.
Refiro-me às constantes mudanças de sondas, que tinham que acompanhar os últimos modelos, sem que, a bordo das embarcações houvesse alguém capacitado para tirar o proveito desejado das mesmas, bem como a tal loucura de instalar motores cada vez com mais elevada cavalagem e o consumo …