BERLENGA E O SEU CENTRO DE VISITANTES






Encaminhado pela placa que o assinala, estive no Centro de Visitantes de que publico as respectivas fotografias.
Não faço ideia do número de pessoas que se deram ao cuidado de fazer a mesma visita, mas imagino o que terão pensado quando ali chegam.
O que será que os autores da obra pretendem? Brincar com a imaginação de cada um? Deixo a apreciação ao critério de quem queira dar-se ao trabalho.

Fechar partes do oceano à pesca não é suficiente para proteger os ecossistemas marinhos.


Fonte:
Universidade de Washington






Professor de pesca da Universidade de Washington argumenta que, salvar a biodiversidade nos oceanos do mundo exige mais do que a proibição de pesca com áreas marinhas protegidas, ou áreas de deserto oceânicas. Em um editorial de três páginas publicado na revista Nature , ele argumenta que essa estratégia de conservação cada vez mais popular, não é tão eficaz como gerir correctamente a pesca recreativa e comercial.
 "Há essa ideia de que a única maneira que você pode proteger o oceano é fechando, permanentemente, partes do oceano à pesca ", disse Ray Hilborn, professor na Escola de Aquatic e Ciências Pesqueiras da UW. "Você protege melhor a biodiversidade através da regulação da pesca ao longo de toda zona económica do país."
Em baixo o caminho para o artigo completo:

https://www.sciencedaily.com/releases/2016/07/160713143025.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+sciencedaily%2Fplants_animals%2Ffisheries+%28Fisheries+News+--+ScienceDaily%29

A BERLENGA EM NÚMEROS:


A BERLENGA EM NÚMEROS:

SEGUNDO OS ÚLTIMOS ENTENDIDOS QUE LÁ POUSARAM.

Pousaram é o termo correcto, porque estes senhores só vêm passarinhos, para eles as Berlengas desde que só tenham passarinhos é que são “O PARAÍSO”.

De resto tudo o que mexa e não seja passarinho é para abater e a biodiversidade é coisa que não tem interesse num local que mereceu a classificação de Reserva da Biosfera.

Agora o próximo indígena a abater, porque mexe e não é passarinho, será, no seu entender, o bicho homem, desde que não seja pseudocientista.

A estatística destes senhores faz referência à visita anual de 65.650 bichos homem, divididos por época alta 43.250 e época baixa 22.400.

Como época baixa estão considerados os meses de Maio, Junho e Setembro (91 dias), como época alta os de Julho e Agosto (62 dias). Logo 22.400:91=246 (dia) e 43.250:61=709 (dia), não levando em linha de conta os dias de nortada e nevoeiro. Se quisermos ser mais práticos 65.650:365=179,86 por dia ao longo do ano todo, impressionante!

Segundo notícias recentes o ICNF está a considerar a hipótese de estabelecer uma portagem pela visita de cada bicho homem que não deverá ser inferior a um “eurosito”, portanto mais 65.650€ para gáudio dos mesmos.

Toda esta brincadeira com números não passaria disso mesmo se não representasse, mais uma vez, a ultrapassagem dos direitos e interesses que a nossa cidade tem sobre aquele território. 

Afinal porque é que o ICNF se arroga no direito de cobrar o que quer que seja na utilização da nossa casa? 

Temos sido espoliados de quase tudo e agora também vão as Berlengas?

A PONTA DO TROVÃO


Está em curso a obra que, finalmente, vai proteger a importante, geologicamente falando e não só, Ponta do trovão. O seu reconhecimento internacional assim o justificou e a edilidade correspondeu.
Certamente irão continuar as intromissões de algumas viaturas, mas com o local de estacionamento devidamente ordenado não haverá lugar para o habitual fechar de olhos, assim os agentes responsáveis cumpram o seu dever.

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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