À VOLTA DA MINHA TERRA (5)


(E a seguir ficamos com a Papôa à vista, uma jóia que merece a visita)

Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península.


O que se passa com a obra do IP 6?


Aquilo que o comum cidadão e munícipe desta tão linda cidade sabe, é o que foi transcrito nas actas da Câmara.

A acta nº 47 de 05/11/2018, refere o seguinte:
“Senhora Vereadora Cristina Leitão Perguntou se existia informação, atualizada, relativamente ao estado da obra para o IP6. O senhor Presidente da Câmara disse que as Infraestruturas de Portugal informaram que vão ter condições para começar a obra em janeiro de 2019.

A última acta da Câmara publicada data de 26 de Dezembro de 2018.

Pelas actas ainda não chegamos a Janeiro de 2019, porém, quando lá passamos, constatamos que o snr. Presidente foi aldrabado pelas Infraestruturas de Portugal, o que não é admiração nenhuma.

Será que foram adiadas para depois das eleições?

À VOLTA DA MINHA TERRA (4)

(Da arriba do Forte da Luz para a Papôa)

Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península.

À VOLTA DA MINHA TERRA (3)


(Chegados ao Forte a Luz, que apesar de abandonado merece a visita) 


Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península.

À VOLTA DA MINHA TERRA (2)

(Praia do Quebrado com a arriba do Forte da Luz ao fundo)

Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península.

À VOLTA DA MINHA TERRA (1)

(Praia do Quebrado, ao fundo a Praia da Cambôa)

Esta série de imagens, que hoje começo a publicar, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península,

Estamos na era estalinista?



Quando me possibilitaram (actas com quatro meses de atraso) tomei conhecimento, lendo a acta nº 45/2018 de 29 de Outubro de 2018, que o senhor Presidente da Câmara havia feito uma proposta aos senhores vereadores, que representam quem os elegeu e, por isso lhe devem lealdade, respeito e clareza, uma proposta de que resultou a seguinte deliberação:

Deliberação n.º 1356/2018: Deliberado aprovar a proposta do senhor Presidente da Câmara, datada de 23 de Outubro de 2018, que a seguir se transcreve (a) e de que se arquiva cópia do original em pasta anexa ao livro de atas: (a)- esta transcrição não foi feita)

Por isso a leitura da acta, neste e noutros casos, sem esta transcrição é pura perda de tempo, porque o munícipe, que é quem paga e esta gente, fica sem saber nada do que se passou, como é seu direito e dever.
Como há limites que não podemos deixar ultrapassar, sem nos sentirmos espezinhados por quem nos deve respeito, resolvi fazer um requerimento ao senhor presidente da Câmara, datado de 25 de Fevereiro, solicitando me fosse facultada cópia do documento que originou aquela proposta/deliberação.
Subentende-se que o documento faz alusão ao ponto de situação do processo de instalação do “Museu Nacional da Resistência e Liberdade”, portanto, a população de Peniche, os munícipes e não só, nada têm com o assunto, muito menos opinar ou tomar conhecimento do que “aqueles servidores do povo” estão a fazer.

Até hoje, dia 21/03/2019 não houve por parte do snr. Presidente a oportunidade de me facultar o esclarecimento do assunto através de resposta ao meu requerimento.

Como munícipe estou sujeito ao tratamento geral, isto é, não vale a pena ligar-lhe importância, porém, por tudo o que fica dito, resta-me o direito a indignar-me e deduzir que, após 12 anos a ser governado por um sistema bolchevique, estaremos agora a passar a um sistema estalinista? Resta-me, talvez, a “paciência” necessária para esperar por mais uma queda de um muro de Berlim para nos vermos livres desta opacidade e desprezo pelos direitos da gente de Peniche.

QUE SAUDADE!!!!!!!

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