A CONFUSÃO CONTINUA NO CAMPO DA TORRE

A confusão, melhor dizendo, a vergonha do que se está passando com o anárquico e impune estacionamento no Campo da Torre, leva-me a lamentar que se submeta o projecto tentado para o local à vaga de autêntico vandalismo que se tem verificado. Na nossa terra não existe ordem e muito menos quem a imponha. Parece que apenas não é permitido estacionar sem ticket junto ao jardim público porque aí vem logo a PSP passar a multa.

Volto a lembrar o que já disse anteriormente sobre a matéria:

"AINDA AS OBRAS DO CAMPO DA TORRE"

Não vou acrescentar mais nada às opiniões que já foram emitidas acerca das obras realizadas no Campo da Torre, tantas foram as emitidas .

Não posso, porém, deixar de trazer ao conhecimento geral o meu lamento por não ter sido aproveitada a oportunidade de, finalmente, se poder mostrar aos nossos visitantes um sinal de viragem para o bom gosto de que tanto necessita a nossa terra.

Na verdade dá para ver que a intenção foi boa mas a execução foi desastrosa, penso que, com boa vontade e interesse ainda é possível transformar aquela área num espaço apelativo á presença das pessoas. Para isso não é tolerável a desorganização que por ali vai dando a imagem de que estamos à procura de contentar toda a gente, inclusive aqueles que medem o seu estatuto pela possibilidade de levarem, ou não, o seu carrinho até à mesa do café.

Como contributo pessoal acrescentaria que, depois do passeio que se construiu até ao Alto da Vela, plantar-se na rotunda uma ornamentação que ninguém entende é de muito mau gosto. Mas o que me motivou a vir a terreiro com estas, porventura mal alinhavadas palavras, prende-se com a necessidade de solucionar o estacionamento, que parece ser a única ambição de algumas pessoas.

Recordo, por isso, que dentro do fosso da fortaleza existe um espaço de 2.250 m2, a que é possível juntar mais 3.750 m2, onde é possível organizar um parque de estacionamento fechado, que tem a particularidade de ocultar as viaturas da vista de quem venha a usufruir do espaço agora arranjado.

É mais uma vez que falo no aproveitamento deste espaço para este fim e, certamente, será mais uma vez que prego aos peixinhos.

Resta-me a postura, que sempre tenho, de não criticar apenas mas procurar colaborar nas soluções das coisas da minha terra.

09/10/2007.

A PROPÓSITO DAS DUNAS DE PENICHE - Dizia em 06 de Julho último.



As fotografias que publico acima, cedidas pelo meu amigo Carlos Tiago, ilustram o receio que manifestava em seis de Julho último, acerca das consequências que a falta de areia traz à utilização da praia de Peniche de Cima.
Parece que é tempo dos responsáveis pela edilidade tomarem as medidas necessárias e abandonarem a posição cómoda do deixa andar. Esta situação, que agora se passou numa altura de maré excepcionalmente alta, passará, dentro de pouco tempo, a ser comum.
Como então referi não deixem perder-se uma das principais fontes de geração de riqueza da nossa terra.

15 de Agosto - Dia da Assunção de Nossa Senhora



Antigamente neste dia era festejado o dia de Nossa Senhora da Ajuda com a solenidade própria das festas litúrgicas, mas também com arraial de convivência entre os paroquianos. Seria oportuno, agora que está recuperada a nossa igreja matriz, que se pensasse no restabelecimento daqueles festejos.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA AJUDA A MATRIZ DE PENICHE











Após alguns anos de encerramento, por estar em estado adiantado de degradação, foi aberta ao culto a Igreja Matriz de Peniche de Nossa Senhora da Ajuda, facto que ocorreu no dia vinte de Julho de dois mil e oito.


Este acto representou, para a população de Peniche, a concretização de um anseio como se pôde verificar pela assistência ao acto inaugural e pela manifestação de alegria que se verificava no rosto das pessoas. Era, sem dúvida, uma obra que se impunha por vontade dos fieis.


Uma vez aberta ao culto esperamos que ali sejam, futuramente, praticados a generalidade dos actos, nomeadamente os baptizados que há décadas deixaram de se verificar nesta igreja.


O custo da obra foi elevado e todos nós, paroquianos, temos o dever de contribuir.

Para que se possa verificar a extensão da obra procurei editar um conjunto das muitas fotografias que fui recolhendo ao longo do acompanhamento que fiz da obra.

HOMEM MÁQUINA




De entre o que li ultimamente quero salientar o título cuja imagem reproduzo e que deverá ser motivo de leitura ponderada por todos os que se interessem em tentar salvar este mundo dos desvarios que vêm sendo praticados nas últimas décadas.

Trata-se de uma obra cujo autor é nosso conterrâneo e constitui uma lição acerca das mudanças a fazer nos nossos comportamentos diários, se não quisermos sofrer as consequências do uso desregrado deste nosso planeta, como temos vindo a fazer na ânsia egoísta de querermos cada vez mais, e deixá-lo aos nossos vindouros em condições de não virmos a ser acusados de delapidadores do que herdamos.

Este nosso conterrâneo, José Martins dos Santos de seu nome, colaborador assíduo de “A Voz do Mar”, demonstra bem que sabe do que está a falar e avisa-nos acerca da urgência de adoptarmos:


“UMA NOVA VISÃO DO BINÓMIO ENERGIA-AMBIENTE E AS IMPLICAÇÕES NA DESORDEM DO QUOTIDIANO ACTUAL”

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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