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A mostrar mensagens de Setembro, 2009

CLUBE NAVAL DE PENICHE E A SUA DESGRAÇA

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A situação em que se encontra o Clube Naval de Peniche, ruina total das suas instalações, obriga-me a que, perante as circunstâncias venha, por ora, proferir o seguinte: a)- Sou sócio fundador do clube, actualmente com o número 6.
b)- Fui director do clube por várias vezes e não me envergonho da acção que desenvolvi em prol do seu engrandecimento.
c)- Pelo que fica dito tenho o direito de poder pronunciar-me acerca da situação de desgraça a que o meu clube foi conduzido.

Quando o grupo, de que fazem parte alguns dos elementos que ainda hoje constituem a direcção do clube, assumiu a sua direcção fê-lo com a arrogância de quem viria salvar o clube e conduzi-lo aos píncaros do sucesso.
Fizeram-se projectos de grande dimensão para as instalações sociais e referia-se que o clube iria, finalmente, atingir níveis de progresso em toda a linha.
Cedo começamos a verificar que, conseguidas algumas pretensões pessoais, os interesses do clube foram sendo relegados para segundo plano e vários dos …

A ASAE, o Forte de S. João Baptista e a Associação dos Amigos da Berlenga.

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Quando, em 1975, um grupo de gente interessada pelas coisas de Peniche se fartou de assistir à paulatina degradação do Forte de S. João Batista, vítima de assaltos constantes de arruaceiros que apenas pretendiam destruir, e com fundado receio de que a posse do monumento viesse a cair nas mãos de alguém que não pertencia a Peniche para lhe dar sabe-se lá que tipo de utilização, não pensava que neste momento, ano de 2009, se voltasse a pôr a mesma questão e até assistisse àquilo que pessoas mal informadas e sem provas dadas de alguma vez haverem feito algo para bem de Peniche, viessem a por em dúvida o mérito da sua actuação.
Foi graças à actuação deste grupo que foi entregue a Peniche, sua edilidade, a possibilidade de controlo da situação, foi graças à actuação deste grupo e a muito e esforçado trabalho que o forte se manteve com alguma dignidade e saiu da situação ruinosa em que estava a cair.
Correram os anos e as entidades que deviam ter tido o cuidado de promover a sua recuperação…

A INFELICIDADE DESTE TAPUME

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Se a empresa proprietária deste tapume tiver a paciência de o mandar arranjar será, certamente, pela décima vez que o fará. Não se percebe o que leva a que alguém, que talvez tenha a pretensão de que o considerem como gente, proceda tão repetidamente ao acto de destruição em causa. Se ponderarmos modernamente talvez se considere que é alguém desprotegido da vida que assim manifesta o seu descontentamento ou alguém que necessite de acompanhamento psicológico para reposição da sua estabilidade intelectual. Se observarmos a situação à luz de conceitos mais recuados o acto de vandalismo repetido é causa da impunidade com que, nos tempos que correm, qualquer selvagem faz o que quer e lhe apetece.