Organismos fotossintéticos das zonas litorais



 Dia 7 de maio, em Peniche

"Organismos fotossintéticos das zonas litorais: diversidade e potencial económico " são tema de colóquio

No próximo dia 7 de maio, pelas 21h30, terá lugar no Auditório do Edifício Cultural da Câmara Municipal de Peniche um colóquio subordinado ao tema "Organismos fotossintéticos das zonas litorais: diversidade e potencial económico".

A palestra será proferida pela Dra. Teresa Mouga, professora da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, em Peniche.

Esta é mais uma organização conjunta da Arméria - Movimento Ambientalista de Peniche e do Rotary Clube de Peniche, que conta com o apoio do Município de Peniche, com o objetivo de proporcionar à comunidade penicheira, através de parcerias entre entidades locais, oportunidades de aprendizagem e debate sobre temas de que importa refletir.

A não perder!

AS NOSSAS COLECTIVIDADES E A SABEDORIA DO POVO QUE AS GOVERNA


O respeito que merecem os inúmeros cidadãos que no nosso concelho têm sabido erguer inúmeras colectividades (associações) por todo o território, orientando-as no sentido de satisfazerem as necessidades e os sentimentos dos que lhes estão próximos, que são a razão de ser da sua existência e o principal sustentáculo das mesmas, leva-me a que alinhave algumas considerações depois de ter lido os relatórios produzidos, no esforço dominante que alguns têm feito, no sentido de se criar a CLA (Carta Local do Associativismo), promovida pela Câmara Municipal.

Naturalmente que a CLA tem razão de ser no sentido em que é útil que a edilidade conheça, no maior pormenor possível e voluntário o que existe no território, porque só com esse conhecimento poderá organizar de forma equitativa a devolução de parte da riqueza que os componentes dessas colectividades produziram.

Também será justo e desejável que a edilidade exerça a sua fiscalização acerca da aplicação dos fundos que forem atribuídos.

O que me parece errado é o espartilho das exigências que estão a ser projectadas, que me parecem estar para além daquilo legalmente exigível, feita por algumas doutas e dominantes cabeças, que parecem considerar os elementos que constituem o movimento associativo concelhio pouco capazes de dar continuidade ao meritório trabalho que têm desenvolvido.

ABRIL DE 2015.
João Avelar

FISH TOUR




Projecto Fish Tour desafia turistas a conhecer a faina da pesca da sardinha.
Em 26/12 /2014 a Voz do Mar referia que o projecto estava em franco andamento, o Gac-Grupo Oeste foi o financiador, envolve vários investigadores da ESTM e foi ali que o projecto foi dado a conhecer.
A ideia é levar turistas nas embarcações marítimo-turísticas, a observar a faina do cerco, e depois ter uma refeição à base de sardinha para completar o conhecimento.
Foi indicado o endereço supra, que não funciona e dá indicação de que está em actualização ou que o pedido não é válido.

05/01/2015.

Nota - O texto supra foi a nota que tomei em 05 de Janeiro perante a notícia que a Voz do Mar publicou. Até hoje 14 de Abril, tenho procurado contactar aquele endereço e a resposta é sempre a mesma, será que o Fundo Europeu ainda não disponibilizou as verbas? Penso que seria interessante que, em vez daquela mensagem pouco dignificante, nos fosse dada uma explicação 

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA BERLENGA E A DITA


No conturbado período revolucionário um grupo de cidadãos preocupou-se com a evolução futura da Berlenga, dada a indefinição do seu estatuto e, também, do destino que iria ter o Forte de São João Baptista, que continha os despojos da antiga pousada e estava, permanentemente, a ser vítima de actos de vandalismo.

Constituíram-se sob a forma de associação com o propósito de exercerem um acto de cidadania, unidos pelo ideal comum de ajudarem as entidades locais na solução de problemas diversos existentes e oferecendo o seu esforço pessoal para o que fosse necessário.

Acto de cidadania, um mote que se ouve muitas vezes na boca eleitoralista de alguns políticos e que, no caso da Associação dos Amigos da Berlenga, não foi aceite e, diria até, foi repudiado.

Como em tudo há sempre algumas honrosas excepções e por isso há que as salvaguardar, até porque a Associação foi bem recebida no seu arranque e pertenceu ao Conselho da Reserva por imposição da edilidade, porém, outros foram criando obstáculos e desprezando a desinteressada colaboração.

Tratou-se, julgo eu, de receio de que alguém partilhasse os louros das realizações que se efectuassem, ou de disputa do poder de que, quer políticos, quer técnicos, sempre reclamam, avidamente, para si.

Não há outra forma de classificar o sucedido, até porque o grupo, constituído, inicialmente,   por 21 elementos foi bastante alargado e era, em matéria de conotações políticas, totalmente abrangente.

Mas a Associação dos Amigos da Berlenga lá vai sobrevivendo, embora limitada na sua acção, à espera de um dia poder alargar os seus horizontes em prol da Berlenga, sua razão de existir.

É pena que actos de cidadania, como este, não sejam verdadeiramente acarinhados.

Abril de 2015.
João Avelar
(Escrito fora do actual acordo ortográfico)

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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