FORTALEZA – UMA QUESTÃO DE CIDADANIA



Voltando à abordagem do tema “A NOSSA FORTALEZA”, e pensando que nunca será demais continuar o combate pela sua posse por parte dos Penicheiros, entendendo-se como tal os naturais do concelho e todos os que aqui labutam no seu dia-a-dia, lembro ao Povo da Minha Terra que este assunto não é uma questão política mas sim uma questão de cidadania, é, portanto, um direito e um dever de todos nós lutar por reaver aquilo que, há oitenta anos, nos foi usurpado, outros diriam roubado, por estranhos à nossa cidade e contrariando o que seria a vontade dos nossos antepassados e, tenho a certeza, aquilo que será a dos nossos vindouros.

Alguém tem que travar a batalha no momento próprio, se quisermos que os que se nos vão seguir se orgulhem dos seus antepassados.

Convém não nos deixarmos embalar por conversa mole para adormecer parolo.

Volto à máxima já anteriormente repetida:

VAMOS ENCHER A NOSSA FORTALEZA DE PENICHEIROS

Ultimamente, neste blogue e sobre o assunto:




ADENDA:

Este escrito estava pronto antes da audição pública promovida pelas Assembleia Municipal e Câmara Municipal e não entendi haver motivo para a alterar. Nesta reunião que foi constituída por duas partes uma informativa e outra de audição dos presentes, onde, cada um que quis, teve a oportunidade de intervir. Naquilo que respeita a informações prestadas pela autarquia continuamos a ouvir o mesmo de há 40 anos a esta parte, o que não produzirá nada de útil para a nossa cidade, se não formos nós a exigir e intervir na defesa do interesse de Peniche.

É NATAL


Nesta época reflexiva para todos nós, também dediquei algum do meu tempo a ponderar o que tem sido dito através deste meu blogue. 

Entendo que é evidente o motor de toda esta ansiedade em transmitir o que, por vezes, me vai na alma, o amor que tenho à minha terra. 

Reconheço o ardor que coloco em muitos dos meus escritos, porém, ele deve-se mais à consideração em que tenho a minha terra do que pretender atingir quem quer que seja, sem prescindir da minha crítica quando entendo oportuna.

Aos que têm a bondade de ir seguindo aquilo que chamarei de minhas reflexões, tanto em atitude de apoio, como em sentido crítico, deixo a minha gratidão.

E como aos 80 anos não é altura de se mudar nada, continuarei na mesma linha de expressão.

A todos vós, do coração, desejo:

UM FELIZ NATAL

EVOCAÇÃO DOS 500 ANOS - FREGUESIA DE SANTA MARIA DA AJUDA







Da sessão evocativa dos 500 anos da constituição da Freguesia de Santa Maria da Ajuda constou a Missa Comemorativa, o descerramento da Lápide e um concerto de música da época a cargo do grupo Vox Angelis, que brindou a assistência com uma actuação de elevadíssimo nível.

OS QUASE QUINHENTOS ANOS DA FREGUESIA DA AJUDA


Perfazem hoje, 12 de Dezembro, quinhentos anos que a Freguesia da Ajuda, então Freguesia de Santa Maria da Ajuda, deixou de estar sob a alçada da Freguesia de São Leonardo.
Quiseram os homens que após quatrocentos e muitos anos a freguesia onde nasci fosse integrada numa outra, a Freguesia de Peniche.
Vontades políticas assim o determinaram e, penso eu, que a ânsia do laicismo exacerbado, ou a vontade de agradar a todos, determinou que o novo nome passasse a ser Freguesia de Peniche.
Não discordo, nem concordo em absoluto, do nome escolhido, mas entendo que não foram ponderados aspectos históricos que, quanto a mim, deveriam ter sido pensados, a menos que o tal laicismo exacerbado se tenha sobreposto à história, que, ao que parece, é passado e não há que ligar importância.
É que a Freguesia da Ajuda foi sempre a Matriz da cidade, também foi implantada no local que primeiro se designou por Peniche, foi, portanto deste local que saiu a vontade de independência em relação à Freguesia de São Leonardo de Atouguia da Baleia, logo, se, ao reduzir-se o número de freguesias urbanas, fosse mantido o nome de Ajuda, teriam sido respeitados critérios históricos e hierárquicos.

PENICHE – MINHA TERRA



PENICHE – MINHA TERRA
NESTA ÉPOCA NATALÍCIA DESEJO QUE DEUS SE LEMBRE DE TI E TE ILUMINE NO SENTIDO DE SAIR DAS TREVAS EM QUE TENS VIVIDO

ONDE COMEÇA O CANHÃO DA NAZARÉ


É toda esta profundeza, aqui mesmo à nossa frente, que nós não desejaríamos ver contaminada, para acrescentar riqueza ao pecúlio de alguns. Tudo isto representa um interesse estratégico para a actividade da pesca que nós ainda não soubemos explorar.

QUE SAUDADE!!!!!!!

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