segunda-feira, 17 de agosto de 2020

 

O EDIFÍCIO DO NOSSO EX-HOSPITAL



Aquele que foi o edifício onde esteve instalado o nosso Hospital de São Pedro Gonçalves Telmo está em fase de degradação acelerada, são várias as fissuras que se observam em todo ele.

À degradação do edifício juntamos a situação de abandono das poucas áreas de ajardinamento, que parecem matagais.

Isto revela uma confrangedora situação a que deixamos chegar, aquilo onde se devia cuidar da saúde de todos nós, onde se integra o aspecto do local.

De quem é a culpa, de agora e de tempos mais recuados, não é o objecto deste escrito, o que pretendo é chamar a atenção, para um assunto que me parece pertinente, do Snr. Presidente da Câmara, na sua qualidade de responsável pelo bem-estar desta população.

As duas fotografias que publico não têm apenas a intenção de mostrar a degradação a que me reporto, o cunhal do edifício está assim há cinco anos e o banco é o objecto da minha chamada de atenção.

A situação epidémica obrigou a que fossem tomadas medidas especiais de segurança para os necessitados de auxílio daquilo a que, eu chamo, de apeadeiro para Caldas, Torres ou Lisboa, e, por isso, os acompanhantes daqueles que acabo de citar não podem entrar no edifício.

Ficando na rua, sabe-se lá o tempo que é preciso, ficam sujeitos ao estado do tempo, na circunstância, e o único sítio onde se podem sentar é naquele banco.

Desconheço se alguém já chamou a atenção, para este assunto, da entidade que, quando organizou o esquema devia ter tido a iniciativa de resolver.

É aqui que entra no assunto o Snr. Presidente no sentido de, das duas, uma, se não chamou a atenção deve chamar urgentemente, para a necessidade de se fazer uma cobertura de protecção da área onde o tal banco de encontra e se no espaço mínimo de tempo o assunto não for resolvido, deve ter a iniciativa de o fazer por sua ordem.

Já que o Snr. Presidente vai pensar no assunto que aludi, pense também naqueles que vão ao Centro de Saúde e esperam, na rua, a ordem do importante segurança para poderem entrar.

 

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

 

HOSPITAL


Hospital foi uma palavra que já saiu de moda do ideário dos políticos da nossa terra.

Desde Outubro de 2009 este blogue escreveu vinte vezes sobre o tema hospital, naturalmente referindo-me ao que se estava a passar relativamente ao hospital, lembram-se, de S. Pedro Gonçalves Telmo, que existiu em Peniche, mas que deixaram transformar no apeadeiro para Caldas ou Torres.

Enfim, não vou reafirmar o que disse, apenas sugiro, a um ou outro sem memória que queira actualizar-se, que, na página de apresentação do blogue “Peniche Minha Terra”, no lado superior direito, onde se diz “pesquisar neste blogue”, escrevam a palavra “hospital” e cliquem na tecla “enter” do vosso computador.


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terça-feira, 22 de julho de 2014

 

CARTA ABERTA AO MINISTRO DA SAÚDE


PARA CONHECIMENTO

Hospital de Peniche - Carta Aberta ao Ministro da Saúde 
Na sequência da informação que divulgámos ontem, informamos que a Comissão Municipal de Acompanhamento do Hospital de Peniche entregou hoje, pelas 10 horas, no Ministério da Saúde, a carta aberta ao Ministro da Saúde.

Exmo. Senhor Ministro da Saúde


Excelência:
A saúde é um domínio fundamental para o desenvolvimento de qualquer território, quer do ponto de vista da qualificação ao nível da oferta, quer da segurança e qualidade de vida dos cidadãos. Entendemos por isso, e sempre o defendemos publicamente, que não estamos obviamente contra alterações que se pretendam fazer no quadro das respostas de saúde, visando a otimização de meios e recursos, mas rejeitamos veementemente que as mesmas se façam à revelia dos cidadãos e particularmente das estruturas que representam os seus interesses na gestão do território, ou sejam, as autarquias locais.
A população de Peniche deu aliás sempre um exemplo de serenidade e bom senso, desde que em fevereiro de 2007 se equacionou pela primeira vez o encerramento do serviço de urgência do hospital, sem no entanto pôr em causa a afirmação da sua vontade, como ficou comprovado na adesão maciça da população de Peniche, na marcha em defesa do hospital, que teve lugar em 7 de julho de 2012. Talvez por isso seja maior o desagrado e frustração, por se continuarem a tomar decisões sobre o nosso hospital, sem que a população esteja minimamente informada do que se está a passar.
Enquanto isso, continuam por cumprir as promessas que foram feitas de valorização do hospital e, ao invés, vamos assistindo a uma degradação acelerada de serviços e equipamentos, que põe em causa a funcionalidade e eficácia que se espera num serviço de saúde, num território que tem o mar imenso como porta de entrada e o turismo como referência de desenvolvimento económico. Não podemos, em nome da democracia mas sobretudo em nome das pessoas do nosso território e daquelas que aqui acorrem com expectativas de segurança e qualidade, pactuar com uma situação sobre a qual, sendo os primeiros interessados, somos os últimos a ser informados.
Os sinais de preocupação são evidentes em toda a região, mas obviamente que o nosso território é o que mais sente porventura a desorganização que se vive na resposta hospitalar. No desconhecimento do que efetivamente se pretende para a Região Oeste, tantas são as informações e contrainformações que chegam às pessoas, pelas vias informais já que as formais não funcionam, que em rigor desconhecemos qual é o verdadeiro projeto para o Centro Hospitalar do Oeste (CHO). O que sabemos, isso sim, é que é manifesta a incapacidade de resposta e a desorganização instaladas, com manifesto prejuízo para os utentes e para a região.
Continuamos a entender que o que está em causa impõe decisões políticas. Nos diferentes documentos que fomos produzindo, ao longo do processo, fundamentámos objetivamente as razões que nos assistem e que aliás mereceram concordância e apoio por parte de todos os grupos parlamentares com assento na Assembleia da República, em reuniões que fizemos questão de realizar sobre esta matéria. E por ser uma questão política, continuamos a entender ser fundamental uma reunião por nós pedida com Vossa excelência, desde outubro de 2011, enquanto decisor máximo, já que de outros interlocutores as informações e orientações que recebemos são contraditórias.
Em reunião que tivemos no passado mês de Dezembro com os Senhores Secretários de Estado Adjunto e da Saúde, recebemos um conjunto de garantias que, mais de meio ano depois, continua integralmente por cumprir. Não recebemos o documento orientador que nos tinha sido prometido até final de Janeiro e continua sem reunir o Conselho Consultivo do CHO, situação que, na citada reunião, mereceu a estupefação dos Senhores Secretários de Estado presentes.
Tem V. Exa. em seu poder toda a informação sobre as razões que nos assistem, neste processo onde a palavra de ordem parece ser desmantelar, sem primeiro salvaguardar que as populações continuam a ser tratadas com a qualidade e dignidade que constitucionalmente são garantidas aos cidadãos. Repudiamos por isso que se continuem a tomar medidas que são vitais para a qualidade de vida das pessoas que vivem ou estão no nosso território, sem que as mesmas saibam o que se está a passar ou que mudanças os esperam no futuro. O Estado Democrático em que vivemos dá-nos por isso legitimidade para, em nome da população de Peniche, exigir que nos seja facultada a informação e oportunidade de participação no processo de reestruturação da saúde no Oeste. Continuamos convictos, até porque até à data os argumentos que apresentámos não foram rebatidos, que precisamos em Peniche de um hospital preparado para responder às necessidades de uma rede regional, onde a manutenção e a dignificação do serviço de urgência básica continua a ser ponto de honra.
Temos da política uma ideia de participação cívica, que tem desde a primeira hora marcado a nossa forma de estar. Mas não podemos continuar à espera, perante tantas promessas incumpridas e perante uma degradação das condições de atendimento que motiva legítimas apreensões a todos os penichenses e aos que nos visitam. É nesta legitimidade democrática que assenta a nossa exigência.
O Presidente da Câmara Municipal de Peniche - António José Correia
A Presidente da Assembleia Municipal de Peniche - Maria João Avelar


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segunda-feira, 21 de julho de 2014

 

NOTÍCIAS DO HOSPITAL !!!!


21-07-2014
HOSPITAL DE PENICHE - Na ausência de audiência com Ministro, Peniche vai ao Ministério da Saúde entregar Carta Aberta
“Desde Outubro de 2011 que, sem sucesso, temos vindo a solicitar uma audiência ao senhor Ministro da Saúde. Na ausência de qualquer resposta à nossa última comunicação datada de 23 de Junho de 2014, a Comissão Municipal de Acompanhamento do Hospital S. Pedro Gonçalves Telmo de Peniche decidiu endereçar uma Carta Aberta ao senhor Ministro da Saúde.
Amanhã, 22 de julho, pelas 10h, a Comissão Municipal dirigir-se-á a Lisboa, ao Ministério na Av. João Crisóstomo n.º 9, para proceder à sua entrega.”
Pela Comissão Municipal de Acompanhamento do nosso Hospital
O Presidente da Câmara Municipal de Peniche
António José Correia



NOTA PESSOAL – Após a leitura da notícia supra podemos concluir que sem a resposta às suas comunicações ao Ministério a Comissão não vai tomar qualquer iniciativa. Esperemos que não fique à espera da resposta à carta aberta. Entretanto, porque é aberta, fico à espera que, ao menos, possamos ter conhecimento do seu conteúdo.

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domingo, 19 de janeiro de 2014

 

ASSIM VAI O NOSSO HOSPITAL


Notícias do CHO-Centro Hospitalar do Oeste, a que o nosso hospital teve a desdita de ficar ligado, referem o seguinte, como um feito atingido:
Reduziram a lista de espera em 15% ao recuperarem 2.145 utentes (O que significa que ainda restam 12.155 em espera); Reduziram os inscritos em cirurgia em 32% ao operarem 794 (O que significa que ainda restam 1.687); Gastaram 1,4 milhões de euros em remodelações (O que significa que, porque em Peniche apenas têm retirado equipamentos, o investimento deve ter sido feito em Caldas da Rainha
Para conhecerem mais alguns indicadores e verificação da origem da notícia, aqui fica o caminho:

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

 

CADA UM ANICHA-SE ONDE MELHOR LHE CONVÉM







"A partir do dia 1 de Setembro a administração do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, vai passar do Centro Hospitalar do Oeste para o Centro Hospitalar Leiria-Pombal, passando a integrar a rede da Administração Regional de Saúde do Centro."

E digo eu:
E com ele lá vai o recheio do bloco operatório do nosso hospital.

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terça-feira, 18 de junho de 2013

 

O NOSSO HOSPITAL ! (Quando a casa já está a arder é que chamam os Bombeiros)


Não dá para entender a situação de surpresa, que parece estar montada no texto em que a Câmara Municipal nos comunica as últimas actuações da administração do CHO, pois a retirada da sala operatória já foi há muito tempo e aí, como deveria ter sido feito, nada se passou e até parece ter havido complacência. Enfim, como sempre dissemos, a coisa foi andando e, agora, parece que os bombeiros chegam tarde.

Em baixo fica o caminho de acesso ao texto camarário que citamos:

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segunda-feira, 8 de abril de 2013

 

MAIS UMA DESPROMOÇÃO DO NOSSO "HOSPITAL"


"A comissão de utentes das Caldas da Rainha  "Juntos pelo Nosso Hospital" informou que a proposta de reestruturação dos cuidados hospitalares da zona Oeste de Lisboa deverá indicar a manutenção das urgências cirúrgicas nas Caldas da Rainha e em Torres Vedras e que a urgência básica de Peniche "passará apenas a Serviço de Atendimento Permanente nos centros de saúde".

Pois é, nem outra coisa era de esperar uma vez que o snr. Carlos Sá, o coveiro oficializado do nosso "hospital" continuava como responsável pelo CHO. A nossa terra continua em plano inclinado para aquele lado, depois do equipamento do CENFIM, como o do nosso hospital, também ter seguido para as Caldas a Câmara que se ponha a pau e a Capitania não tarda que não esteja na Foz do Arelho.
Voltando à questão do hospital parece que sempre ficamos com uma vantagem, é que, como o hospital de Torres Vedras vai continuar com as urgências cirúrgicas, conseguimos encurtar o caminho para Lisboa.

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domingo, 25 de novembro de 2012

 

Carlos Sá mantém-se à frente da administração dos hospitais da região


“Carlos Sá, que desde 2010 presidia ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar Oeste Norte, vai ficar à frente da administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO). A decisão do Ministério da Saúde foi publicada em Diário da República na passada terça-feira, dia 20 de Novembro, mais de dois meses depois da criação do novo centro hospitalar que junta as unidades de Alcobaça, Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras. Segundo a Gazeta das Caldas.

Nota pessoal – Não me parece uma boa notícia no que respeita ao nosso hospital, a avaliar pelo que foi a actuação deste senhor nas fases anteriores. Aguardemos os próximos capítulos.

Para mais elementos fica o caminho:
http://www.gazetacaldas.com/27338/carlos-sa-mantem-se-a-frente-da-administracao-dos-hospitais-da-regiao/

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

 

CENTRO HOSPITALAR DO OESTE



"O Centro Hospitalar do Oeste, resultante da fusão dos centros hospitalares de Caldas da Rainha e de Torres Vedras, entra em funções esta segunda-feira, sem ter sido nomeada uma nova administração pelo Ministério da Saúde, avança a agência Lusa."

Aos poucos lá se vai concretizando o que há muito estava escrito nas estrelas.


Para outros pormenores aqui fica o caminho:

http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/01-10-12/centro-hospitalar-do-oeste-entra-hoje-em-funcoes


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sábado, 2 de junho de 2012

 

Mais de 20 hospitais públicos vão perder serviços




Mais de 20 hospitais públicos vão perder serviços aos doentes e apenas cinco vão ganhar novas valências. Isto se o Ministro da Saúde aceitar as recomendações da Carta Hospitalar escrita pela Entidade Reguladora da Saúde, hoje divulgada.

No caso da medicina interna, a entidade reguladora aconselha a que esta especialidade seja menos de interna e mais ambulatória, entenda-se consultas e centros de saúde. Os hospitais de S. João da Madeira, Régua, Ovar e Peniche perdem este serviço.
Em relação à medicina interna, a ERS considera que "todas as unidades hospitalares gerais que atualmente têm medicina interna deverão manter a especialidade com exceção" dos hospitais de São João da Madeira, Dom Luís -- Peso da Régua, Dr Francisco Zagalo -- Ovar e São Pedro Gonçalves Telmo -- Peniche.

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quinta-feira, 12 de abril de 2012

 

DEIXAMOS DE SER CHON PARA PASSARMOS A CHO.


Afinal parece que vamos ter o Centro Hospitalar do Oeste (CHO), segundo as afirmações de Fernando Leal. Passamos a estar ligados a Caldas da Rainha e Torres Vedras. Bem, sendo assim, se as urgências forem sediadas em Torres sempre ficamos a meio caminho de Lisboa e evitamos, como quase sempre acontece, de andar para trás a caminho das Caldas, a fazer o caminho mais longo. Entretanto Alcobaça vai juntar-se a Leiria, o que me parece mais racional, mas entretanto lá ficam os equipamentos de cirurgia do nosso hospital.

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

 

Hospitais da zona oeste podem perder uma centena de camas


Com o fim do internamento nos hospitais de Peniche e Alcobaça, a zona oeste pode perder mais de cem camas, uma vez que a construção do Novo Hospital do Oeste se ficou pela miragem.
Para mais elementos aqui fica o caminho:



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sexta-feira, 16 de março de 2012

 

HOSPITAL - Em dia de explicações


Em dia de explicações acerca do nosso hospital, deixamos o caminho para uma apreciação do antigo director do CHON:

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quarta-feira, 7 de março de 2012

 

CENTRO HOSPITALAR DO OESTE



"A proposta definitiva para a criação do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), que juntará os hospitais do norte e sul da região, deverá ser conhecida até final de Março, segundo os autarcas que esta terça-feira reuniram com a tutela, avança a agência Lusa."

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

 

QUANDO O TREÇOLHO PASSA PARA O NOSSO OLHO, JÁ DOI!



A propósito da reestruturação hospitalar, está a levantar-se uma onda de protestos para o lado das Caldas.
Enquanto a situação se colocava em relação ao hospital de Peniche trabalhou-se no escuro a ver se as coisas se resolviam sem que os visados soubessem ou levantassem grandes problemas, como aconteceu, agora que a reestruturação, então tão defendida, chegou ao hospital das Caldas, já toda a gente tem dores e armam em revolucionários. A coerência é uma coisa que, tal como o treçolho, às vezes não convém. Enfim, aqui por Peniche estamos na bancada.

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

 

HOSPITAL DE ALCOBAÇA VAI TER CIRURGIA DE AMBULATÓRIO


O hospital de Alcobaça, integrado no CHON como o nosso hospital, tem boas notícias que abaixo reproduzo em parte:


"O centro Hospitalar Oeste Norte inaugura, na segunda-feira, uma unidade de cirurgia ambulatória no hospital de Alcobaça que vai permitir diminuir as listas de espera e libertar o bloco operatório do hospital das Caldas da Rainha. A nova unidade de cirurgia ambulatória visa, "numa primeira fase, dar resposta às especialidades de Cirurgia Geral, Urologia e Ortopedia e deverá em breve ser alargada à ginecologia/obstetrícia", disse à Lusa Carlos Sá, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON), que integra os hospitais de Caldas da Rainha, Alcobaça e Peniche. Após o alargamento à ginecologia, passarão a ser feitas no hospital de Caldas da Rainha apenas as cirurgias de ambulatório [aquela cuja permanência no hospital não ultrapassa as 23 horas] das especialidades de oftalmologia, "devido à grande dimensão dos equipamentos necessários" e de pediatria, "porque uma vez o hospital de Alcobaça não tem esta especialidade não faria sentido transferir as pequenas cirurgias", explicou Carlos Sá. A nova valência resulta de um investimento de 50 mil euros, aplicados na realização de obras e aquisição de equipamento. De acordo com uma informação divulgada pelo CHON, a abertura do novo serviço integra-se numa estratégia de descentralização de actividades" ao nível de todos o centro hospitalar, com o objcetivo de " rentabilizar os recursos técnicos e humanos existentes e proporcionar uma resposta integrada da capacidade assistencial aos 220 mil utentes que serve".

Continuamos a aguardar notícias acerca da situação do nosso hospital .

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domingo, 23 de outubro de 2011

 

NOVA FASE NO PROCESSO DO NOSSO HOSPITAL

Novos dados estão a ser publicitados acerca das urgências do nosso Hospital. Afinal a coisa está preta e ao que parece sempre vai ser necessário contestar . Mais esclarecimentos no link abaixo:
 http://www.publico.pt/Local/proposta-de-fecho-de-urgencias-ja-esta-a-ser-contestada-por-autarcas-1517801

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

 

A MIRAGEM DE 2004 – CENTRO HOSPITALAR OESTE NORTE



Foi com os olhos postos nesta miragem que deixamos desmantelar o Hospital S. Pedro Gonçalves Telmo de Peniche

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

 

E ASSIM VAI O NOSSO HOSPITAL

Estas foram declarações do Presidente do CHON acerca do futuro do nosso hospital:

"No hospital de Peniche as obras de readaptação do hospital para a área dos cuidados continuados, no valor de dois milhões de euros, ainda vão a concurso público. Como esse processo demora três meses, Carlos Sá coloca a hipótese das obras só arrancarem depois do Verão para que não coincidam com o período em que mais pessoas estão em Peniche".

Para mais informações tem aqui o encaminhamento - http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23312

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