CANDIDATURA DAS NOSSAS PRAIAS AO CONCURSO


 A Câmara Municipal tenciona submeter a concurso, em fase de apresentação de candidaturas, as nossas praias enquadradas nas seguintes categorias:

Praias de Rios; Praias de Albufeiras e Lagoas; Praias Urbanas; Praias de Arribas; Praias de Dunas; Praias Selvagens; Praias de Uso Desportivo.

KITESURFISTA ATACADO POR ALFORRECA

Um praticante de kitesurf foi atacado por uma enorme alforreca na praia de Peniche de Cima.
Notícia e fotografias publicadas no sítio "KITEBOARD LUSITANO.COM".

RENDA DE BILROS DE PENICHE

A renda de bilros é, muito justamente, considerado o principal artesanato do nosso concelho. Deve, por isso, ser objecto do interesse de todos e principalmente daqueles que mais têm o dever de zelar pela sua preservação. É neste contexto que, sem preconceitos, me quero incluir e, por isso, resolvi tornar públicas algumas das interrogações que venho manifestando há vários anos , de variadas formas. Assim sendo deixo à reflexão dos interessados algumas perguntas e afirmações, sendo que, como regra imprescindível para intervir, devamos todos ser claros, fazê-lo de forma identificada, tomando as intervenções anónimas como não existindo. E nesta conformidade começaria por perguntar:

Onde é possível aprender a conceber e elaborar novos desenhos, a estruturar piques que permitam a concretização da ideia e a executar o produto final?
Quantas pessoas, com idade inferior a 40 anos, se podem considerar capazes de dar resposta à pergunta anterior?
Que acções, para além do rol de intenções de internacionalizar o artesanato, de ir mostrar as nossas rendas aos alunos das escolas e organizar o certame anual de amostragem, têm sido tomadas, por quem tem obrigação, no sentido de preservar a sua continuidade e evolução positiva no futuro?
Qual tem sido a evolução, em termos de qualidade e artístico, dos elementos apresentados a concurso?
Qual tem sido o contributo da atribuição do selo de qualidade na real melhoria do valor das peças classificadas?

Se apresento estas interrogações é porque considero que as respostas que lhes daria vão no sentido de concluir que, infelizmente, este nosso artesanato está a ir por maus caminhos e é urgente tomar medidas no sentido de, realmente, o preservar.


TROCA A SER PROPOSTA

Sanitário Público
 
Zona de encosto do murro com a muralha
 
Parte do muro que invade a via pública
 
O muro na zona de acesso à Capitania
 
A vista do lado da 13 de Infantaria

Em 08 de Dezembro de 2007 integrava aqui, então englobado numa outra sugestão, a possibilidade de demolição do ineficiente e inestético sanitário público integrado no jardim da cidade, transferindo-o para um novo espaço a criar após a demolição parcial de um muro suporte de terras, contíguo à muralha e no local de acesso à Capitania. Depois de apreciadas as fotos, que publico, constata-se que o muro a que me refiro está construído de forma separada da muralha, que a sua demolição até ao portão de acesso à Capitania permitia a regularização da via, se criava um espaço de desafogo e permitia que o novo sanitário público fosse construído, de forma subterrânea, sob a parte que restaria do baluarte. Como parece que o grande problema da nossa cidade é mexer na “muralha sagrada”, talvez que o argumento da desafectação da muralha relativamente ao actual sanitário, pudesse servir de moeda de troca.

PRIMÓRDIOS DA AVENIDA DO MAR

(Clique na imagem para aumentar)
Esta imagem mostra o que era o arruamento entre a Câmara Municipal e o antigo porto de pesca, que conhecemos como Ribeira. Foi na vigência da câmara presidida pelo Snr. António da Conceição Bento que se procedeu à rectificação da rua para o estado e aspecto que hoje tem. Como se verifica há zonas onde a rua não tinha largura superior a três metros. O que teria acontecido se este Senhor, natural da Lourinhã, não tivesse abraçado a missão de presidir à nossa Câmara?

PARABÉNS AO FILIPE GARCIA


Os azuleijos acima apresentados faziam parte de um velho armazém, entretanto demolido e que originou um novo edifício cujo proprietário é o dono do restaurante/residencial POPULAR, na antiga Ribeira. Antes da demolição do velho edifício preocupei-me, como consta de publicação anterior , que os mesmos fossem preservados, tendo para isso feito diligências junto de responsável do nosso museu. Quando dei pela demolição fiquei triste pensando que teria sido mais uma marca do passado que desaparecera. Tive, no entanto, a felicidade de constatar que o meu amigo Filipe, vendo que ninguém se interessara pela preservação, apesar de também ter feito diligência nesse sentido, tomou a iniciativa de manter o painel no novo edifício. Já o abracei pessoalmente e aqui expresso a minha admiração pelo facto.

A SEGURANÇA MARÍTIMA

A União Europeia está preocupada com a segurança marítima, em especial com a exploração petrolífera no mar. A propósito do que está previsto para a nossa costa, também nós nos devemos preocupar, como já alertei em publicação anterior . A seguir reproduzo o que a este mesmo propósito está a ser tratado junto da Agência da Segurança Marítima sediada em Lisboa:
"A Agência Europeia da Segurança Marítima de Lisboa expande competências de forma a incluir a prevenção de desastres relacionados com a exploração de petróleo. O relatório sobre as actividades no sector do petróleo e do gás foi adoptado no Parlamento Europeu em Estrasburgo com 602 votos a favor, e 64 contra. Todas as recomendações de Maria da Graça Carvalho, relatora do Partido Popular Europeu, foram incluídas no documento. A deputada do PSD, pedia a expansão das competências da Agência Europeia da Segurança Marítima - localizada em Lisboa desde 2006 - para a criação de mecanismos de monitorização e de segurança, bem como para a prevenção de desastres ambientais relacionados com a exploração do petróleo. Esta sugestão foi manifestada oficialmente em Julho de 2010 ao Comissário para a Energia, Gunther Oetinger; ao Comissário para o Transporte, Siim Kallas; e à Comissária para a Cooperação Internacional, Ajuda Humanitária e Resposta a Situações de Crise, Kristalina Georgieva. Nesta carta Maria da Graça Carvalho sugeria “aproveitar as infra-estruturas da Agência Europeia da Segurança Marítima, que tem uma posição privilegiada e estratégica e incorporar as novas competências na agência que está em Portugal”. E acrescentava que “não é preciso criar uma nova agência para estas novas competências, uma vez que tal suporia mais custos administrativos e logísticos”. 
O relatório destina-se a garantir na Europa as normas de segurança mais rigorosas do mundo e para Maria da Graça Carvalho:
 “reforça as minhas preocupações acerca da prevenção de desastres ambientais relacionados com a exploração petrolífera. Tendo em conta o desastre ambiental verificado no Golfo de México, responsável pelo derramamento de cerca de 20.000 barris de petróleo no mar por dia, e tendo a Europa explorações no Mar do Norte, no Mar Negro e no Mediterrâneo, é importante assegurar a protecção das nossas costas”. 
Outra das recomendações de Maria da Graça Carvalho é a necessidade de uma maior “coordenação à escala da UE” e com os países vizinhos para “garantir as melhores práticas e a harmonização das várias abordagens nas várias regiões da UE”.
 A Comissão Europeia vai preparar uma proposta de legislação que visa implementar as recomendações reflectidas no documento.

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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