Novo Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos


No passado dia 23 de Janeiro foi publicado o Decreto-Lei n.º 15/2014, que implementa a mais recente alteração ao Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos, diploma este que entrou em vigor no dia 28 de Janeiro último.

NOTA PESSOAL

Ou me engano muito, ou isto, aqui por Peniche, vai mexer

Oficina Atlântico sobre os fundos comunitários


Data:   segunda-feira 17 fevereiro de 2014 (9h30-17h30)
Localização: Centro de Conferências A. Borschette (2 º andar, sala AB-2D), rue Froissart 36, 1049 Bruxelas, Bélgica
Agenda pdf - 14 KB [14 KB] 
Interpretação : Inglês, Francês, Espanhol e Português

Fundo
A Comissão Europeia está a organizar um workshop sobre como assessorar e mobilizar os fundos da UE para prosseguir a implementação do Plano de Acção para a Estratégia Marítima na área do Atlântico.
Fundos da UE geridos directamente (ou seja, os que são geridos pela Comissão) são aqueles para o ambiente (LIFE +), o programa de financiamento da investigação e inovação da UE (Horizonte 2020), o programa para ajudar as empresas e as PME (COSME) e uma parte da Agência Europeia e Fundo Europeu das Pescas (FEAMP). Além disso, o Banco Europeu de Investimento pode mobilizar suas ferramentas e conhecimentos de financiamento em apoio de projectos adequados a fim de promover as prioridades do Plano de Acção.
Fundos comunitários que são cogeridos pelos Estados-Membros (os chamados Europeia estruturais e fundos de investimento: o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, o Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional, o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e do Fundo Social Europeu) podem também ser postos em prática na implementação do Plano de Acção. Os programas operacionais estão sendo desenvolvidos a nível nacional e regional para a implementação destes fundos. Será importante que eles também tenham em conta o Plano de Acção Atlântico.
Objectivo
objectivo da oficina é proporcionar aos participantes interessados ​​na área do Atlântico uma melhor compreensão de como as acções propostas poderiam ser financiadas por  fundos comunitários geridos directamente e co gerenciados e partilhar as melhores práticas na preparação de programas operacionais.
Público-alvo
Agentes públicos e organizações (por exemplo, autoridades nacionais, regionais e locais) responsáveis ​​pela elaboração e implementação de planos de gastos (por exemplo, os programas operacionais regionais), abrangendo os fundos da UE.
Outras partes interessadas envolvidas na concepção e implementação de projectos que podem beneficiar de financiamento da UE (por exemplo, centros de investigação, instituições financeiras, associações europeias e nacionais, empresas privadas).

NOTA PESSOAL - Penso que este texto tem interesse e deveriam ser exploradas as possíveis oportunidades de desenvolvimento que podem representar muito para a nossa terra, assim existam projectos.

O ANTIGAMENTE DA NOSSA TERRA – 009

Inauguração do Bairro dos Pescadores
Vista geral do bairro após inauguração
A segunda fase do Bairro

As imagens, embora de má qualidade, mostram-nos uma boa e primeira obra assistencial concretizada na nossa terra. Durante muitos anos foi um local organizado e limpo que dava gosto visitar. Não era alheio a esta organização a assistente fiscalização efectuada pelas entidades responsáveis. Mais tarde, tudo isto se perdeu e atingiu o aspecto de degradação. Hoje está a parecer uma manta de retalhos onde, cada um faz o que lhe dá na real gana.

SUGESTÃO DA ARMÉRIA


ALBUFEIRA DE SÃO DOMINGOS. ATOUGUIA DA BALEIA. PENICHE - Sábado dia 15 de Fevereiro de 2014
HORÁRIO DO EVENTO: 9,30 h em Casal do Alto Foz - 16,30 h +/- fim da caminhada
PONTO DE ENCONTRO: Quando chegar ao Casal do Alto Foz pela estrada nacional 247, logo aí existe o restaurante de nome (Paraíso do Foz). Será aí na rua contígua ao mesmo.
TIPO DE PERCURSO: circular
EXTENSÃO APROXIMADA: 20 Km
DESCRIÇÃO DA CAMINHADA: O objectivo da caminhada será dar a volta à Albufeira na totalidade, passando quase sempre por caminhos rurais  exceptuando no início e no fim o qual atravessamos as Aldeias do Casal do Alto Foz e Bufarda.

POR OUTRAS PARAGENS



A campanha “Sesimbra é peixe”, iniciada no passado Verão, vai ser prosseguida pela Câmara Municipal de Sesimbra. A APSS, apoiando todas as actividades relacionadas com o desenvolvimento da economia do mar no Porto de Sesimbra, vai acompanhar a evolução da iniciativa e contribuir para o seu sucesso.
A primeira apresentação da campanha focou a estratégia de Sesimbra de criar uma identidade entre a terra, o seu mar e o seu peixe, centrada numa marca e num logótipo. A segunda permitiu avançar para novos pormenores, como a adopção de práticas mais profissionais e a aplicação do logótipo da campanha numa série de veículos promocionais, como peças de vestuário, eventos e documentos protocolares. 

Nota - Assim se faz pela vida noutras paragens

ASSIM VAI O NOSSO HOSPITAL


Notícias do CHO-Centro Hospitalar do Oeste, a que o nosso hospital teve a desdita de ficar ligado, referem o seguinte, como um feito atingido:
Reduziram a lista de espera em 15% ao recuperarem 2.145 utentes (O que significa que ainda restam 12.155 em espera); Reduziram os inscritos em cirurgia em 32% ao operarem 794 (O que significa que ainda restam 1.687); Gastaram 1,4 milhões de euros em remodelações (O que significa que, porque em Peniche apenas têm retirado equipamentos, o investimento deve ter sido feito em Caldas da Rainha
Para conhecerem mais alguns indicadores e verificação da origem da notícia, aqui fica o caminho:

O ANTIGAMENTE DA NOSSA TERRA 08



Na imagem primeira a viatura da Empresa de Transportes Peniche, Lda., que veio substituir a galera e a diligência, de tracção animal, que faziam a ligação de Peniche para a estação de comboio de São Mamede. Posteriormente e já fazendo parte da rede organizada de transportes rodoviários, passaram a existir as empresas João Henriques dos Santos e Capristanos, a primeira com partida do largo do antigo Hospital da Misericórdia e a segunda da praça Jacob Rodrigues Pereira.
Na segunda imagem o “Chora”, como lhe chamávamos e relacionado com o anterior transporte de tracção animal, era o veículo urbano para a praia do molhe leste e era pertença da empresa Boa Viagem. Hoje, infelizmente, não existe um transporte do tipo, durante a época balnear, que sirva regularmente as praias de Supertubos e Baleal, com passagem pelos hotéis e parque de campismo, para uso dos residentes e visitantes da cidade.

O ANTIGAMENTE DA NOSSA TERRA – 06



A construção do primeiro troço do molhe oeste modificou o primitivo aspecto da Praia da Ribeira.
Na primeira foto a muralha da fortaleza não tem ligação às pedras que vieram a ser integradas no molhe. Este terá sido, naturalmente e a meu ver, o maior passo no sentido do desenvolvimento da nossa terra.

UMA SITUAÇÃO QUE ME PREOCUPA



Preocupa-me a mim e deveria preocupar mais alguém a tendência descendente que a linha verde deste gráfico apresenta. Trata-se de uma eventual perda de posição na importância que o nosso porto de pesca pode sofrer na relação entre os actuais primeiro cinco classificados. Mas o ainda mais preocupante é não se notar qualquer outra preocupação em quem o devia estar, pois, quer queiramos quer não, ainda é na actividade da pesca que podemos ter alguma pretensão.

SERÁ QUE VALEU A PENA?



Ainda não passou um ano e uma boa percentagem do lodo que foi retirado do fosso das muralhas já escorregou para o local de onde foi retirado. Para não voltarmos ao mesmo é bom que, da próxima vez que
o retirarem já tenham o plano de consolidação das margens, ou, como foi anunciado na primeira vez, o lodo seja retirado deste local e os terrenos adjacentes tratados. É claro que continua a ser necessário desviar o esgoto que corre permanentemente para o fosso e torna improfícuo todo o pseudo trabalho de limpeza que se pretendeu fazer.

Carapaças de caranguejos podem ajudar a reconstruir pele e ossos


Transcrito da Revista da APLOP.
"A indústria farmacêutica e biomédica está interessada em explorar recentes descobertas sobre novos usos a dar aos caranguejos pilados, entre as quais, segundo uma investigação, a reconstrução de tecidos a partir de compostos extraídos das suas carapaças.

Francisco Avelelas  (na foto), estudante de 23 anos da Escola de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, defendeu recentemente a sua tese de mestrado, segundo a qual compostos extraídos das carapaças dos crustáceos têm actividade antibacteriana, antifúngica, antioxidante e até proteica.

"Pode ser utilizado em revestimentos de próteses para aumentar o tempo de não rejeição da prótese e em pensos que, com estas actividades antibacterianas e antifúngicas, permitem uma cicatrização mais rápida dos tecidos", explicou à agência Lusa o biólogo.
Além disso, têm também reaproveitamento no revestimento de frutas e outros produtos para aumentar o tempo de prateleira, no revestimento de comprimidos ou na composição de pesticidas agrícolas menos nocivos para a saúde e para o ambiente.
Segundo o estudo, pode integrar a formulação de comprimidos para emagrecimento, permitindo que "os lípidos não sejam absorvidos e processados pelo organismo para prevenir calorias quando vamos ter uma alimentação mais calórica".
Apesar de serem capturados com outras espécies pelas artes de pesca, os caranguejos pilados não têm qualquer valor económico para a pesca, uma vez que não são consumidos.
Mas, com a investigação em torno das carapaças dos crustáceos, os biólogos pretendem conferir valor ao recurso, colocando não só os pescadores a capturar o pescado mas também a indústria farmacêutica e biotecnológica a explorar comercialmente esses novos usos e já há interesse de uma empresa dessa área.
Além da aplicação industrial dessa matéria-prima, a empresa tenciona vir a instalar uma nova fábrica em Peniche, um investimento de um milhão de euros que pode vir a criar meia dúzia de postos de trabalho qualificados, adiantou à Lusa Sérgio Leandro, investigador que coordenou o mestrado.
O investigador defendeu que há condições para instalar um cluster biotecnológico na cidade, uma vez que, à semelhança dos caranguejos, existem outros recursos marinhos que podem vir a ser estudados e ser explorados para outros usos que não os da pesca."

O ANTIGAMENTE DA NOSSA TERRA 07



O café restaurante NINA, na época em que funcionou, anos 50/60, foi um pólo de animação da zona onde foi implantado, o jardim público e a praça Jacob Rodrigues Pereira. O seu proprietário chegou a Peniche integrado numa equipa de pesca desportiva do Futebol Clube do Porto, para disputarem um concurso internacional de pesca desportiva de alto mar e, findo o concurso, por cá ficou. Chamava-se António Cândido Parreira e foi um visionário das potencialidades do turismo local, que muito contribuiu para que o nome da nossa terra ultrapassasse fronteiras. No auge da sua actividade os três táxis existentes em Peniche demandavam, quase diariamente, o aeroporto de Lisboa para trazerem e levarem turistas, que se deslocavam propositadamente para passarem dias em Peniche e na Berlenga, onde o Snr. Parreira era concessionário da pousada. As épocas balneares desses anos davam à nossa terra um ar cosmopolita. À noite, na sala de baile do Clube Recreativo Penichense, havia música que, com as janelas abertas, interagia com a explanada do restaurante/café, também ela uma novidade em Peniche. Para além do restaurante e café havia uma pequena e acolhedora discoteca. Enfim, bons tempos.

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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