Peniche - 4 de agosto Juventude desporto cultura assinala dia do Município


“Uma manhã cheia de actividades náuticas gratuitas animará o agora regenerado” Fosso da Muralha.
Com o envolvimento de uma parceria muito alargada será possível praticar canoagem remo e stand up paddle, proporcionando aos participantes momentos de prazer e alegria que contagiarão quem visitar Peniche numa ocasião em que também decorrerão os festejos em honra da Nossa Senhora da Boa Viagem.”
NOTA PESSOAL – Já não é a primeira vez que observo a prática das actividades supra referidas patrocinadas pela Câmara. Agora esta edilidade vai mais longe, apelida o fosso da muralha de “REGENERADO”, e incita a juventude da nossa terra a utilizar aquele plano de água. Porque constatamos que todos os esgotos, que sempre emporcalharam aquelas águas e as tornam impróprias para práticas desportivas e não só, continuam a existir, tornam este convite numa irresponsabilidade e atentado à saúde pública. 

O ANTIGAMENTE DA NOSSA TERRA – 021





Existiram sempre duas estações de Salva-Vidas em Peniche, porém, há umas décadas a esta parte, resolveram acabar com a estação de Peniche de Cima e foi mantida apenas a actual.
As fotografias publicadas ilustram o que acabo de referir, as duas primeiras dizem respeito à instalação da Ribeira, na primeira fotografia é ao lado da rampa que desce da fortaleza (barracão preto) e na segunda é no lugar que ainda hoje ocupa. As duas fotografias seguintes representam a instalação de Peniche de Cima, na primeira com a configuração primitiva e na segunda com o aspecto que lhe foi dado, no período em que passou a colónia de férias de alguns, hoje é residência de marinheiros deslocados e mostra aspectos de decadência, para além do risco de desaparecimento, dada a forma como está a ser atingida pelo mar. E vamos passivamente assistindo a tudo isto.

CARTA ABERTA AO MINISTRO DA SAÚDE


PARA CONHECIMENTO

Hospital de Peniche - Carta Aberta ao Ministro da Saúde 
Na sequência da informação que divulgámos ontem, informamos que a Comissão Municipal de Acompanhamento do Hospital de Peniche entregou hoje, pelas 10 horas, no Ministério da Saúde, a carta aberta ao Ministro da Saúde.

Exmo. Senhor Ministro da Saúde


Excelência:
A saúde é um domínio fundamental para o desenvolvimento de qualquer território, quer do ponto de vista da qualificação ao nível da oferta, quer da segurança e qualidade de vida dos cidadãos. Entendemos por isso, e sempre o defendemos publicamente, que não estamos obviamente contra alterações que se pretendam fazer no quadro das respostas de saúde, visando a otimização de meios e recursos, mas rejeitamos veementemente que as mesmas se façam à revelia dos cidadãos e particularmente das estruturas que representam os seus interesses na gestão do território, ou sejam, as autarquias locais.
A população de Peniche deu aliás sempre um exemplo de serenidade e bom senso, desde que em fevereiro de 2007 se equacionou pela primeira vez o encerramento do serviço de urgência do hospital, sem no entanto pôr em causa a afirmação da sua vontade, como ficou comprovado na adesão maciça da população de Peniche, na marcha em defesa do hospital, que teve lugar em 7 de julho de 2012. Talvez por isso seja maior o desagrado e frustração, por se continuarem a tomar decisões sobre o nosso hospital, sem que a população esteja minimamente informada do que se está a passar.
Enquanto isso, continuam por cumprir as promessas que foram feitas de valorização do hospital e, ao invés, vamos assistindo a uma degradação acelerada de serviços e equipamentos, que põe em causa a funcionalidade e eficácia que se espera num serviço de saúde, num território que tem o mar imenso como porta de entrada e o turismo como referência de desenvolvimento económico. Não podemos, em nome da democracia mas sobretudo em nome das pessoas do nosso território e daquelas que aqui acorrem com expectativas de segurança e qualidade, pactuar com uma situação sobre a qual, sendo os primeiros interessados, somos os últimos a ser informados.
Os sinais de preocupação são evidentes em toda a região, mas obviamente que o nosso território é o que mais sente porventura a desorganização que se vive na resposta hospitalar. No desconhecimento do que efetivamente se pretende para a Região Oeste, tantas são as informações e contrainformações que chegam às pessoas, pelas vias informais já que as formais não funcionam, que em rigor desconhecemos qual é o verdadeiro projeto para o Centro Hospitalar do Oeste (CHO). O que sabemos, isso sim, é que é manifesta a incapacidade de resposta e a desorganização instaladas, com manifesto prejuízo para os utentes e para a região.
Continuamos a entender que o que está em causa impõe decisões políticas. Nos diferentes documentos que fomos produzindo, ao longo do processo, fundamentámos objetivamente as razões que nos assistem e que aliás mereceram concordância e apoio por parte de todos os grupos parlamentares com assento na Assembleia da República, em reuniões que fizemos questão de realizar sobre esta matéria. E por ser uma questão política, continuamos a entender ser fundamental uma reunião por nós pedida com Vossa excelência, desde outubro de 2011, enquanto decisor máximo, já que de outros interlocutores as informações e orientações que recebemos são contraditórias.
Em reunião que tivemos no passado mês de Dezembro com os Senhores Secretários de Estado Adjunto e da Saúde, recebemos um conjunto de garantias que, mais de meio ano depois, continua integralmente por cumprir. Não recebemos o documento orientador que nos tinha sido prometido até final de Janeiro e continua sem reunir o Conselho Consultivo do CHO, situação que, na citada reunião, mereceu a estupefação dos Senhores Secretários de Estado presentes.
Tem V. Exa. em seu poder toda a informação sobre as razões que nos assistem, neste processo onde a palavra de ordem parece ser desmantelar, sem primeiro salvaguardar que as populações continuam a ser tratadas com a qualidade e dignidade que constitucionalmente são garantidas aos cidadãos. Repudiamos por isso que se continuem a tomar medidas que são vitais para a qualidade de vida das pessoas que vivem ou estão no nosso território, sem que as mesmas saibam o que se está a passar ou que mudanças os esperam no futuro. O Estado Democrático em que vivemos dá-nos por isso legitimidade para, em nome da população de Peniche, exigir que nos seja facultada a informação e oportunidade de participação no processo de reestruturação da saúde no Oeste. Continuamos convictos, até porque até à data os argumentos que apresentámos não foram rebatidos, que precisamos em Peniche de um hospital preparado para responder às necessidades de uma rede regional, onde a manutenção e a dignificação do serviço de urgência básica continua a ser ponto de honra.
Temos da política uma ideia de participação cívica, que tem desde a primeira hora marcado a nossa forma de estar. Mas não podemos continuar à espera, perante tantas promessas incumpridas e perante uma degradação das condições de atendimento que motiva legítimas apreensões a todos os penichenses e aos que nos visitam. É nesta legitimidade democrática que assenta a nossa exigência.
O Presidente da Câmara Municipal de Peniche - António José Correia
A Presidente da Assembleia Municipal de Peniche - Maria João Avelar


NOTÍCIAS DO HOSPITAL !!!!


21-07-2014
HOSPITAL DE PENICHE - Na ausência de audiência com Ministro, Peniche vai ao Ministério da Saúde entregar Carta Aberta
“Desde Outubro de 2011 que, sem sucesso, temos vindo a solicitar uma audiência ao senhor Ministro da Saúde. Na ausência de qualquer resposta à nossa última comunicação datada de 23 de Junho de 2014, a Comissão Municipal de Acompanhamento do Hospital S. Pedro Gonçalves Telmo de Peniche decidiu endereçar uma Carta Aberta ao senhor Ministro da Saúde.
Amanhã, 22 de julho, pelas 10h, a Comissão Municipal dirigir-se-á a Lisboa, ao Ministério na Av. João Crisóstomo n.º 9, para proceder à sua entrega.”
Pela Comissão Municipal de Acompanhamento do nosso Hospital
O Presidente da Câmara Municipal de Peniche
António José Correia


NOTA PESSOAL – Após a leitura da notícia supra podemos concluir que sem a resposta às suas comunicações ao Ministério a Comissão não vai tomar qualquer iniciativa. Esperemos que não fique à espera da resposta à carta aberta. Entretanto, porque é aberta, fico à espera que, ao menos, possamos ter conhecimento do seu conteúdo.

FESTA EM HONRA DE Nª Sª DA BOA VIAGEM


A única procissão marítima nocturna em Portugal, tem lugar já no próximo dia 2 de Agosto, às 21.30h, em Peniche. Trata-se de um dos momentos altos da Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem, que este ano tem como atracções artísticas a Orquestra Emoções e a Banda Costa Verde.

OBRA DE RECUPERAÇÃO DO FILTRO DE PENICHE DE CIMA E ZONA ENVOLVENTE



Os Serviços Municipalizados de Peniche lançaram, com data de 15 do corrente, um concurso público para obras de recuperação do Filtro de Peniche de Cima e sua zona envolvente.
Congratulo-me com o facto, até porque anteriormente me pronunciei sobre esta necessidade, mas, analisando o que é possível através das peças publicadas, quer em imagem, quer escritas, afigura-se-me que a tal zona envolvente abrange o local das escavações relativas ao naufrágio do navio S. Pedro de Alcântara.
Se assim for parece-me que estamos perante uma situação de conflito de interesses, pelo que me parece ser útil que os Serviços Municipalizados verifiquem junto da Câmara Municipal se esta situação realmente se coloca.
Quer se coloque, quer não, esta situação de conflito, acho oportuno que as duas se conciliem com o objectivo de, também, se dar ao local onde estiveram os corpos dos náufragos a dignidade que merece.

O NOSSO RELACIONAMENTO COM O OCEANO


 1 Newsletter 414 da APLOP

NOTA PESSOAL – Reflectindo no conteúdo do texto acima, estando de acordo com o mesmo, restará á humanidade alterar o seu comportamento com os oceanos. Não mais é possível considerar o mar como um poço sem fundo de onde podemos continuar a retirar tudo, sem nada fazer para que se reponha a sua capacidade reprodutiva. E se este texto aborda a necessidade de preservar e aumentar a quantidade de plâncton, também me parece que deveremos começar a pensar em lançar no oceano os alevins das espécies que, cientificamente, forem consideradas possíveis e necessárias, aliás, mais do que criar peixes, por vezes na base de hormonas para antecipar o crescimento, as aquaculturas devem existir para lançar no oceano as espécies de que necessitamos, aliás, como já se vem fazendo nos rios. No caso da agricultura e no seu início também era só ir buscar, agora, se queremos colher temos que semear. 

UM CONVITE A NÃO PERDER


O Rotary Club de Peniche, reconhecendo o valor da obra de preservação e estudo do património geológico da nossa costa pelo Prof. Francisco Félix, convidou o geólogo a fazer a mostra e explicar aos interessados o real valor daquele nosso património.
Por isso, caro leitor, o meu clube tem todo o gosto em convidá-lo a vir até às nossas instalações, no dia e hora acima indicados e partilhar dos ensinamentos que vão ser expressos.
Não precisa de mais convite, se aparecer teremos muito gosto em recebê-lo.

ENERGIAS RENOVÁVEIS


Portugal vai receber 17,1 milhões de euros para projectos na área das energias renováveis.

"A construção de uma central de exploração em grande escala da energia das ondas ao largo de Peniche faz parte dos projectos portugueses que serão financiados ao abrigo do programa europeu NER 300.

No projecto SWELL prevê-se a construção na costa portuguesa, perto da Península de Peniche, de uma Central de exploração em grande escala da energia das ondas ligada em rede, com uma capacidade de 5,6 MW e que será constituída por dezasseis módulos de 350 kW." 

NOTA PESSOAL – Espero que não aconteça com estes projectos o mesmo que aconteceu com as eólicas, que produzem energia que ninguém consome mas o orçamento do estado (leia-se o bolso de todos nós) vai pagando.

Bispo português nascido em 1787 a caminho da beatificação


“Cidade do Vaticano, 09 Jul 2014 (Ecclesia) - O Papa aprovou hoje a publicação do decreto que reconhece as ‘virtudes heróicas’ de D. António Ferreira Viçoso (1787-1875), bispo de Mariana (Brasil), nascido em Peniche, que recebe assim o título de ‘venerável’.

D. António Ferreira Viçoso liderou diocese brasileira de Mariana e destacou-se na luta contra a escravidão

Esta é uma fase do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, penúltima etapa para a declaração da santidade.

D. António Ferreira Viçoso foi bispo de Mariana entre 1844 e 1875 e é recordado no Brasil pelo seu humanismo, a luta contra a escravatura e as preocupações com a educação e o meio ambiente.

António Ferreira Viçoso, religioso lazarista, nasceu em Portugal a 13 de maio de 1787 e foi ordenado sacerdote em 1818, sendo professor em Évora antes de embarcar para o Brasil, aos 32 anos.”


NOTA PESSOAL – D. António nasceu em Peniche, foi baptizado na sua Igreja Matriz (Igreja da Ajuda) e aqui viveu a sua meninice.

O ANTIGAMENTE DA NOSSA TERRA – 020




O Forte de São João Baptista atingiu níveis de degradação elevada, como as imagens documentam, na década de 50 do século XX foi recuperado e ficou com o aspecto atraente que também se pode observar. Actualmente parece estar destinado a regressar ao passado dado que não têm sido feitas as necessárias obras de conservação.

PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

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