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A mostrar mensagens de Agosto, 2015

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO

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Já anteriormente me referi ao Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo, como aqui poderá ser relembrado e, uma vez publicado em Diário da República, onde ocupa nove páginas a duas colunas e é distribuído por sete capítulos e sessenta e oito artigos, tive a paciência de ler a versão última, saída da colaboração que um terço das colectividades convocadas prestaram ao longo do fórum, para o efeito organizado, e que está em consulta pública.

Trata-se de documento que, pelo que fica dito, não é nada prático de consulta e, muito menos, de fácil compreensão para a maior parte do corpos directivos das 92 colectividades inventariadas, daí que, a Adepe, já se tenha disponibilizado para organizar curso de interpretação quer do regulamento quer do movimento associativo em si.
Mas dentro de toda esta complexidade que a Câmara Municipal arranjou, não para dar nada a ninguém, mas para devolver àquelas 92 colectividades uma parte dos impostos que cobrou dos munícipes que constituem as suas …

E QUAL SERÁ O FUTURO DA NOSSA TERRA?

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Tenho procurado não deixar esquecer, sempre que o assunto se proporciona, que o futuro da nossa terra sempre esteve e, continuo a pensar, permanecerá ligado ao mar. Tive a esperança de que nós, os penicheiros, ou aqueles que para aqui vieram dotados de sabedoria e ajudas monetárias, viriam a dar a volta à situação para bem desta minha terra. Talvez a minha idade, talvez o comodismo que observo, talvez alguma incompetência que constato ou talvez o hábito do servilismo sempre patente, me estejam a pressionar no sentido de mudar de opinião.  Quando o porto de pesca foi dimensionado para melhor cumprir a sua missão face ao volume de pescado que aqui chegava, quando ocorreu o 25 de Abril e os homens que realmente diziam perceber das pescas tomaram as rédeas desta actividade, quando vi, finalmente, aqui instalada uma Escola Superior de Tecnologias do Mar tive a esperança de que tudo tinha sido cumprido no sentido de que o tal futuro estava garantido. Não foi o que aconteceu e não se vislum…

AINDA A POLÉMICA DO RATO PRETO DA BERLENGA.

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Não há ninguém, com aquilo que os homens costumam ter, a nível da nossa edilidade, para promover uma sessão de esclarecimento, pública e devidamente publicitada, para que se chegue a uma conclusão acerca da medida, devidamente acertada, a ser tomada sobre este assunto?
Ou a nossa Câmara não tem nada a ver com isto.
Com o meu pedido antecipado de desculpa ao Snr. Prof. Dr. Luis Vicente, deixo abaixo o caminho para um seu trabalho sobre o assunto e que, como penicheiro, muito agradeço.

http://www.publico.pt/ciencia/noticia/os-ratospretos-das-berlengas-e-as-lontras-das-ilhas-aleutas-1704637

O MEU APLAUSO

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Só posso manifestar o meu regozijo pela preservação de um dos ícones da nossa cidade. O arranjo está acolhedor e visualmente bonito. Permita-se-me um alvitre, qual seja a implantação de uma sebe de metro e meio no lado norte, tanto para preservação das plantas, que são fundamentais ao arranjo, como das pessoas que usam o equipamento para merendas.



As tendências mundiais mostram que as populações de aves marinhas caíram 70 por cento desde 1950

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Michelle Paleczny, estudante de mestrado UBC e pesquisador do projecto Sea Around Us, e co-autores  informação compilada em mais de 500 populações de aves marinhas de todo o mundo, representando 19 por cento da população global de aves marinhas.Eles descobriram que as populações globais haviam diminuído em 69,6 por cento, equivalente a uma perda de cerca de 230 milhões de aves em 60 anos.
NOTA PESSOAL – Não terá a ver com a proliferação do rato preto da Berlenga?

Gloriabor Lourenço

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Convém guardar a memória daqueles que, pela sua forma de estar na vida, souberam impor a sua figura pela via da sua modéstia, da sua respeitabilidade própria e perante os outros, da sua disponibilidade para ajudar e apreciar os outros. A imagem que publico dele é aquela que muitos milhares de penicheiros presenciaram, aquela presença observadora e disponível com que todos contavam. Tive contactos com ele na sua vida profissional e quando ambos estivemos ao serviço da então Associação Recreativa Penichense e, nas duas situações, pude guardar e testemunhar a imagem que procuro fazer recordar aos que, como eu, tiveram a dita de com ele conviver, como ainda lembrar, aos mais novos que se lhe seguiram, que vale a pena ser justo e recto nesta vida.

Associações de pesca reúnem-se para combater falta de mão-de-obra

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São esperadas 22 associações, de norte a sul do país. Jerónimo Rato, presidente da Cooperativa de Armadores da Pesca Artesanal, de Peniche, uma das organizações impulsionadoras, disse à agência Lusa que da reunião vão sair medidas a implementar pelo sector e que poderão passar por uma paragem das embarcações em género de protesto. O sector tem novas exigências colocadas à contratação de trabalhadores não marítimos (sem cédula profissional) ou de pensionistas, a quem está a recorrer "por falta de mão-de-obra". Além de um certificado de aptidão física e da apólice do seguro de trabalho, esses trabalhadores passaram a estar obrigados a entregar nas capitanias respectivas uma declaração se são ou não pensionistas. A Segurança Social actua depois, no sentido de "suspender a pensão dos que são reformados ou penalizar os armadores por terem pessoal não marítimo a trabalhar a bordo das embarcações", explicou o dirigente, recordando que os seguros de trabalho não cobrem ev…