25 de Novembro


Volto a lembrar a data em que um punhado de Portugueses nos livrou da ditadura em que caímos no pós 25 de Abril, nunca, como agora, estivemos tão perto de precisar de ajuda de outro valoroso punhado de Portugueses, agora, também no que respeita à nossa terra. 

MEUS SENHORES - JÁ LÁ VÃO DOIS ANOS



Hoje passam dois anos que alguns "filhos de Peniche" viram concretizado o seu ideal, qual seja, retirar a Fortaleza do serviço à população local (servindo interesses que mais lhes convém), e encaixotar o Museu de Peniche.
ESTAMOS, POR ISSO, DE LUTO, estamos aqueles que põem a sua terra acima de tudo, mesmo daqueles outros porque tanto pugnaram os que não têm vergonha na cara.

GUARITA DA PRAIA DA FUZELHA



Afinal não era isto que se pretendia, a desmontagem da guarita foi há um ano, mas, já que não somos capazes de fazer mais, do mal o menos. 

Agora ficamos com as pedras em armazém, a aguardar que os serviços centrais façam um projecto, esperem que haja dinheiro, para depois pensarem no assunto. 

Daqui a um ano fazemos novo ponto de situação. 

Rápido, rápido foi o processo da fortaleza, para aí houve dinheiro em toda a parte.

O MEU SACA-ROLHAS




Uma forma de ultrapassar a lei da rolha que vai imperando na Câmara Municipal desta minha nobre cidade, foi usar um comum objecto a que, por enquanto, ainda vamos tendo acesso e que se chama saca rolhas.

Graças a este comum, mas importante, objecto, vou obtendo alguns esclarecimentos acerca do que vai estando por trás da citada lei da rolha.

Os donos disto tudo resolveram entregar bens culturais e, como é costume, as actas das reuniões não permitem ao comum e desprezível cidadão, como eu, saber  o que os DDT’s deram, alugaram ou cederam provisoriamente. Como se a propriedade camarária estivesse disponível para que aqueles importantes senhores possam dispor de forma ligeira e sem que a Assembleia Municipal, pelo menos, discutisse o assunto, ainda que o resultado fosse o mesmo, mas, sempre saberíamos até onde chegam os DDT’s.

Através do saca rolhas tive a oportunidade de obter a relação dos tais bens culturais e aqui fiquei a saber algo que estava apenas no âmago dos DDT’s.

Dela constam objectos e até dependências que nada têm a ver com a luta antifascista que os co legionários e seus próximos mantiveram, tratam-se de peças e locais que são parte integrante da terra, que desprezam, mas que vai continuar a ter um museu próprio, onde as sumidades lisboetas não devem nem têm nada que se meter, a menos que o descaramento chegue a esse nível.

A AVENTURA DE UM PENICHEIRO


Carlos Fernando Ávila

Auditório Municipal

21 Horas

Dia 29 de Agosto de 2019

Sessão Pública  -  Entrada Livre

A convite do Rotary Club de Peniche o nosso conterrâneo vai reportar-nos factos da sua viagem de 12.600 Km, feitos de forma solitária em motociclo e a ligar a Mongólia a Peniche.

Vai ter a oportunidade de nos mostrar imagens e, porventura, responder a algumas questões.

A MINHA PASSAGEM ANUAL PELA BERLENGA


Estive, mais uma vez, na Berlenga, peregrinação que comecei com 12 anos, portanto, salvando uma ou outra ocasional falta já são 71 anos a trilhar este caminho.

Já tenho, por isso, muita história acumulada  sobre este pedaço de terra do nosso concelho, já assisti à passagem por ali de muitos sapientes e, raramente, constatei que o interesse da própria Berlenga e, em consequência, de Peniche, tenham sido a prioridade dos mesmos.

Também, sem falsas modéstias, sinto que, pessoalmente, terei dedicado muito esforço pessoal para que este pedaço da nossa terra se mantenha como um complemento do  desenvolvimento económico do nosso concelho.

Esta introdução tem uma razão de ser, sinto que devo continuar, enquanto Deus me permitir, a manter-me atento à defesa da minha terra e, também, daquele pedaço que lhe pertence e que, alguns, pretendem usurpar perante a inépcia ou comodismo de conterrâneos nossos.

Então como vi a Berlenga!

Começo por emitir opinião acerca da utilização do cais de desembarque e embarque, que me pareceu, em termos operacionais, muito ordenada. E refiro, em termos operacionais, porque me parece, que não foi considerada a actividade hoteleira da ilha dado que a separação dos dois blocos de visitantes que constituíram, apenas e só com a intenção de impedir o excesso de carga humana, não levou em consideração que não permite que qualquer dos ditos blocos tenha tempo para almoço, em horário habitual, na ilha, o que prejudica uma actividade económica que deve ser defendida, dado o seu interesse turístico, nem só de passagens vive o local.

E falando da actividade hoteleira devo também salientar o esforço da Câmara e agentes instalados para melhoria das condições, quer no aspecto das instalações, quer no serviço prestado.

Abordando, agora, o que se passa na parte reservada à actividade turística, como está consagrado no decreto que constituiu a reserva em geral, aí a situação tem tendência a que, num futuro próximo, se venham a repetir cenas de quedas de pedras e desabamento de terras como são visíveis indícios no local. (Tenho fotografias desses indícios).

Esta última situação tem como causa a retirada do chorão, como referi em texto anterior, sem que se providenciasse a substituição da missão para que lá foi posto. Após a constatação do acontecido e se os agentes actuantes no terreno tivessem alguma consideração pelo interesse económico que a ilha representa para Peniche, já teriam tido a hombridade de dar a mão à palmatória, como é vulgar referir, e voltavam a plantar chorão na área que está reservada à exploração turística, afinal, os cardos que por lá estão a proliferar, parecendo o deserto do Texas, também não são originários da Berlenga.

Como isto vai andando


A felicidade de contar com imagens como esta no nosso Cabo Carvoeiro


E a tristeza de deixarem que isto esteja a acontecer no dia 17/08/2019.


A NOSSA ÁRVORE CLASSIFICADA


Esta é uma árvore classificada que, recentemente, obteve a atenção da Câmara ao colocar-lhe uma placa com o nome e, muito bem, chamando a atenção para a necessidade da sua preservação.


Este é um segmento da mesma árvore que tem necessidade de ser defendido, impedindo que lhe subam para cima, como já tenho visto, se quisermos que ela perdure por mais 70 anos. 


3º Aniversário da atribuição do “Prego Dourado”





O Prego Dourado é um alto galardão atribuído pelas altas entidades que, a nível mundial, estudam e preservam áreas geológicas de elevado interesse científico.

Ao festejar o seu 20º aniversário a Arméria quis associar-lhe a recordação do acto que, há três anos, aconteceu em Peniche e salientar, mais uma vez, a elevada importância, que ele tem para a nossa cidade.

Por isso lançou um folheto explicativo para o qual obteve a colaboração da Câmara Municipal.

As presenças do Snr. Presidente da Câmara, duma Snrª Vereadora e da Presidente da Junta de Peniche, indicam bem o conhecimento que têm da importância deste acontecimento, que se traduziu nas palavras proferidas pelo Snr. Presidente.

DUAS FACHADAS – DOIS SÍMBOLOS DA NOSSA TERRA



Ainda hoje choramos o crime que, a Câmara de então, cometeu ao não preservar o edifício do CINEMAR como um centro de cultura da nossa cidade. Este edifício era a mais importante sala de espectáculos que existia na região oeste, à data da sua construção e durante algumas décadas. Hoje não temos nada e andamos a exibir actuações culturais ao ar livre, tipo saltimbancos dos anos 50.

Hoje o prédio Coutinho está à venda, ou esteve à venda, e os homens a quem os penicheiros têm entregue a governação da nossa cidade, passam na Rua Marquês de Pombal e os seus olhos não enxergam nada que represente interesse a preservar. O edifício do Snr. Coutinho, como sempre o conheci, foi o local onde funcionou a escola de rendas D. Maria Pia, sob a orientação de D. Maria Augusta Bordalo Pinheiro, que revolucionou toda a técnica da urdidura das rendas de bilros, que levaram o conhecimento de Peniche aos quatro cantos do mundo. As atenções estão sempre viradas para outros interesses.

Dentro de algumas décadas, quem cá estiver, irá ter o mesmo pensamento que, hoje, estamos a ter relativamente ao Cinemar. Temos assistido à compra de edifícios que não têm metade da história e aspecto arquitectónico deste, mas não dá para mais. Trata-se de uma área situada no casco mais antigo da cidade que, nas mãos de quem souber, dará espaço para tudo.

Sobre este assunto já tive a oportunidade de escrever em Fevereiro de 2014, como aqui pode recordar, mas irei continuar até que os dedos me doam.




MAIS UMA INICIATIVA DA ARMÉRIA

Este é um evento que deve merecer da população de Peniche uma atenção especial e carinhosa dada a importância do facto comemorado.
É uma pena que a edilidade tenha ficado por aqui e ignore a verdadeira importância do tesouro geológico que este e outros pontos da nossa costa representam, dando-lhes a cobertura museológica que merecem. Enfim, opções.

A TRAGÉDIA – MUSEU MUNICIPAL


Uma declaração do Snr. Presidente da Câmara transcrita em acta, recentemente publicada e que está datada de sete de Janeiro;

“Disse, ainda, que era um desejo que Peniche pudesse ter um Museu Municipal, de acordo com as decisões da Câmara Municipal, em relação à Fortaleza, uma vez que a senhora Diretora da Direção Geral do Património Cultural e, também, o senhor Ministro foram dizendo, e está consagrado no documento final, em termos de projeto, um espaço para a Câmara Municipal, e que em devido tempo, se iria decidir o que se pretendia para o local e o que os serviços propõem.”

Snr, Presidente, se não se lembra, pelo menos eu, aqui estou para o lembrar que Peniche já teve um museu, que tinha estatuto aprovado, que teve instalações, que teve gente de Peniche que trabalhou para que ele existisse, mas que, também, teve gente de Peniche, eu diria escumalha, que permitiu que o espezinhassem e, ao que parece é uma vaga hipótese a possibilidade de quem o espezinhou, vir a permitir que, num cantinho recôndito e que não lhes faça falta, se venha a colocar uma coisinha que fale de Peniche.

PENICHE e o Plano Director Municipal


À atenção do arquitecto responsável pela sua revisão e dos políticos com actuais responsabilidades no mesmo.

O argumento mais válido e utilizado na luta contra a construção da central nuclear em Ferrel foi a nossa proximidade de uma falha sísmica, portanto, ao pensar o nosso plano director não nos podemos alhear desta realidade.

Também a nossa situação geográfica, referindo-me, agora, à península onde está instalada a cidade, tem fragilidades especiais, que temos que considerar, pois o tal tômbolo de Peniche, se o leitor quiser identificar-se com a palavra tômbolo deve clicar “aqui”, é uma peça que todos devemos considerar nas sugestões que queiramos fazer em colaboração com os ditos responsáveis por esta revisão.

Ainda ligado a esta problemática devemos considerar a existência da barragem de S. Domingos, que poderá ser uma bomba relógio com os seus milhões de quilolitros de água suportados pelo seu dique.

Tudo isto sugere que a zona mais vulnerável do nosso concelho é o istmo (tômbolo) da península onde estão instalados; o quartel dos bombeiros, os armazéns da câmara e seus equipamentos, os supermercados, os hotéis.

Em situação de tragédia todos estes equipamentos serão fundamentais no auxílio de uma elevada parte da nossa população que não tem por e para onde fugir.

Este deverá ser um primeiro pensamento que deverá, no meu entender, estar subjacente em qualquer sugestão que seja dada.

Portanto, como ideia de princípio, parece-me que o plano deve tender a desviar a instalação futura destes equipamentos para, no caso da cidade, o miolo da península, bem como os futuros lares e pavilhões desportivos.

Uma palavra para o edifício que mantém o nome de hospital, aqui deve ser reinstalado o equipamento, que já teve, por se tratar, muito mais, de uma peça que pode ser fundamental e a população de Peniche merece.

Por isso o cordão dunar que liga o portão de Peniche de Cima a Porto de Lobos na Atouguia da Baleia é uma peça fundamental na nossa defesa, trata-se de  um dique que não abre falhas e tem de ser cuidado, aumentando, quanto possível o seu volume, bem como pararmos de continuar a abrir mais docas para alargamento do porto e a instalar no istmo tudo o que prejudique a manutenção dunar. Sobre as docas e marinas o leitor pode consultar “também aqui” o que referi sobre o assunto.

É um contributo, como muitos outros, que pode ser útil se quiserem ligar-lhe importância.

PARA QUE SERVEM AS ACTAS DA CÂMARA?


Acta nº 53 de 17 de Dezembro de 2018
22) Candidatura “Reabilitação do Edifício da Antiga Central Elétrica” – Pelouro dos Fundos Comunitários: ---------------------------------------------------------------------------------------------------  Deliberação n.º 1553/2018: Deliberado aprovar a proposta da senhora Vereadora Ana Rita Petinga, datada de 12 de dezembro de 2018, que a seguir se transcreve e de que se arquiva cópia do original em pasta anexa ao livro de atas:------------------------------------------------------------ «Considerando a informação do Gabinete de Planeamento Estratégico, Estudos e Projetos, datada de 12 de dezembro de 2018, em anexo, proponho que a Câmara Municipal, no uso da competência prevista na alínea r) do n.º 1 do artigo 33.º do Anexo I, da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprove a submissão da candidatura "Reabilitação do Edifício da Antiga Central Elétrica".» O senhor Vereador Rogério Cação não esteve presente na sala de sessões durante a apreciação e votação deste assunto. (Doc.1108 NIPG 19925/18)

Convido o munícipe de Peniche a ler, com atenção, o extracto que acima reproduzo e a ver se percebe, através do único meio que tem para saber o que se passa na Câmara, o que foi deliberado, pelos representantes do povo, sobre a reabilitação do edifício da biblioteca, digo eu, que gostaríamos de ter.
Na minha apreciação pessoal a senhora vereadora Ana Rita Petinga deve ter proposto que se parassem as obras ou que o melhor seria continuarmos com a antiga biblioteca por ser mais do que suficiente para o nosso povo, visto que, até hoje nada se passou.
Como a última acta publicada foi a nº 54 de 26 de Dezembro de 2018, nem mesmo da forma como acima se verifica, se soube fosse o que quer que fosse sobre a famigerada reabilitação do edifício da antiga central.
Não constitui motivo de grande admiração, para mim, que não se tenha qualquer tipo de consideração pelo povo que paga os honorários mensais destes servidores do povo, o que me causa maior espanto é que TODOS OS INTERVENIENTES DO EXECUTIVO MUNICIPAL continuem a pactuar com uma situação deste tipo, aprovando o conteúdo aberrante destas actas e o atraso na sua publicação.

Será que se passa algo de estranho? Viva a democracia!

OS VENDILHÕES NO TEMPLO



Quando JESUS os correu do templo fê-lo porque considerou que aqueles intrusos estavam a desvirtuar os objectivos a que o mesmo se destinava, porque o templo era posse de alguém que nele homenageava a palavra de Deus.

A nossa fortaleza é um equipamento de grande importância para Peniche, foi construída para garantir a paz de uma população e de um país, tendo, por isso, objectivos precisos.

A dada altura da sua vida houve alguém, que hoje a generalidade das pessoas não tolera, que, abusiva e ditatorialmente, entendeu desvirtuar a sua utilização, diga-se de passagem, a exemplo do que outros já haviam feito, roubando à cidade de Peniche a posse daquele equipamento.

A dada altura, quis o destino, que se desse a libertação do templo e, a população de Peniche, respirou de alívio e tomou posse daquilo que sempre foi seu, renegando e desejando que não voltassem mais ditadores a tomar a posição dos anteriores.

E, ao longo de outros quarenta anos julgou que não haveria mais ditadores que lhe roubassem a sua fortaleza, engano seu, durante os referidos quarenta anos os ditadores, que agora lhe voltaram a roubar a fortaleza, espreitaram a oportunidade de atacar o que foi o seu objectivo de sempre.

Porquê? Porque foi agora que tiveram a colaboração de gente capaz de renegar a sua terra e, traindo aquilo que outros seus conterrâneos conseguiram, trabalharam na sombra a negação da vontade da população, esvaziando aos poucos tudo o que ali havia sido instalado, no firme propósito de servir, cobardemente, os interesses dos seus mentores políticos.

Infelizmente a nossa terra não teve gente que batesse o pé e fosse à luta, como noutros tempos, agora, aos instalados coniventes com os ditadores ocupantes, juntaram-se aqueles que, preferencialmente, defenderam a garantia do primeiro ministro no poder, como foi sua única ambição e, complacentemente, outros preferiram não pôr em risco o seu futuro político.

Enfim, minha velha terra, JESUS não voltará nos próximos tempos mas, ainda mantenho a esperança que consigas ter a força necessária para, com uma forte sacudidela, te veres livre das carraças que te consomem o destino.

AS MARIONETAS




A marioneta não tem vida própria e, portanto, não pensa e move-se através de mãos ocultas que lhe transmitem os passos a dar sem a preocupação de apreciar se é isso o que os seus espectadores querem.
Não dão satisfações a ninguém porque isso não está ao seu alcance, a sua missão é, apenas, actuar de acordo com o que o mentor das mãos ocultas determina.

Se esta descrição estiver coincidente com alguma situação real é, como se costuma dizer, pura coincidência.

PASMEM FILHOS DE PENICHE



Ao ver gente de Peniche a rejubilar com o que se vai passar na fortaleza no dia 27 de Abril causa-me nojo.

Independentemente da questão política, que cada um lhe dará o valor que a consciência, se a tiverem, lhes dita, enoja-me o facto de não ter visto, quase ninguém, a insurgir-se com o desaparecimento do Museu Municipal de Peniche.

Não admira, também há filhos que batem nas mães.

À VOLTA DA MINHA TERRA (16)







(Do Carreiro de Joanes ao Campo da Torre)

Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península. 

ADVERTÊNCIA - Todas as fotografias que foram reproduzidas nesta série, que aqui termina, correspondem a obras da Natureza, com excepção desta última que é uma obra de penicheiro.



À VOLTA DA MINHA TERRA (15)







(Da Varanda de Pilatos ao Carreiro de Joanes)

Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península. 

À VOLTA DA MINHA TERRA (14)







(Da Cruz dos Remédios à Varanda de Pilatos)

Esta série de imagens, são representativas do que se pode observar quando alguém se propõe dar a volta à nossa península.


QUE SAUDADE!!!!!!!

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