Grande Anna Muzychuk!

EM DEZEMBRO 25, 2017 BY RICARDO CAMPELO DE MAGALHÃES IN CULTURA, DESPORTO, INTERNACIONAL

( Em “O Insurgente”)

 Grandmaster xadrez Anna. A partir do Facebook dela:

 Em alguns dias, vou perder dois títulos de Campeã do Mundo - um a um. Só porque eu decidi não ir para a Arábia Saudita.

Não para jogar pelas regras de alguém, para não usar abaya , para não ser acompanhada para sair e não me sentir uma criatura secundária.

Exactamente há um ano atrás ganhei estes dois títulos e era a pessoa mais feliz no mundo do xadrez, mas desta vez eu me sinto muito mal.

Eu estou pronta para defender meus princípios e ignorar o evento, onde em cinco dias eu esperava ganhar mais do que em uma dúzia de eventos combinados.

Tudo isso é irritante, mas o mais perturbador é que quase ninguém realmente se importa.

Esse é um sentimento realmente amargo, não é motivo para mudar minha opinião e meus princípios.

 O mesmo vale para a minha irmã Mariya - e estou muito feliz por termos compartilhado esse ponto de vista. E sim, para aqueles poucos que se importam - voltaremos!

Ou seja, uma Campeã legítima não só perde o campeonato que não disputa (normal, apesar de isto já de si ser criticável, pois a Arábia Saudita não deveria ter sido feito lá, mas enfim ok), como também perde 2 títulos que tinha ganho anteriormente (!). Ridículo.

Nota pessoal – Que nobreza de carácter. Que lição de vida.

Associação Patrimónium / Highland Hope



Na sua missão de dar a conhecer e preservar o nosso património a Associação Patrimónium organizou uma palestra sobre um dos mais importantes naufrágios acontecidos na nossa costa, nomeadamente, nos Farilhões.

Foi orador o arqueólogo Jorge Russo, que traçou uma elucidativa perspectiva dos acontecimentos com base na investigação que tem feito.

Louvamos a iniciativa destas Associações que, às vezes tão pouco acarinhadas, lá vão suprindo aquilo que entidades oficiais não executam.

25 de Novembro


O DIA DA CONSOLIDAÇÃO DA LIBERDADE

Comemora-se o dia em que alguns militares nos livraram da DITADURA COMUNISTA, em vias de consolidação no nosso país, instituindo a democracia parlamentar.

Sem este acontecimento de nada nos valeria a Libertação de 25 de Abril.


Partilhar esta lembrança é uma forma de homenagear aqueles que nos libertaram.

A fortaleza vai encerrar!!!!!!?


Tenho visto alguns anúncios acerca de um encerramento da fortaleza.

Parece um facto consumado como mau princípio de quem foi mandatado para nos governar.

Mas penso que a população de Peniche merece uma maior explicação.

E o MUSEU MUNICIPAL DE PENICHE, o que lhe vai acontecer?

E por quanto tempo vai ser o encerramento?

E que tipo de obras se vão realizar?

VOLTAMOS AO MESMO? Vamos aguardar.

“Vamos fechar a torneira à seca”



Campanha de sensibilização

 Arrancou a campanha “Vamos fechar a torneira à seca”. Esta acção de sensibilização do Ministério do Ambiente, Águas de Portugal, Agência Portuguesa do Ambiente e ERSAR, que está assente na ideia “tempo”, tem por objectivo consciencializar todos os portugueses de que um minuto de desperdício de água é o suficiente para garantir as necessidades básicas diárias de 1 milhão de pessoas.
Portugal está a viver de momento uma seca severa e extrema em cerca de 90% do seu território, situação que levou à ativação de um conjunto de medidas previstas no Plano de Prevenção, Monitorização e Contingência para Situações de Seca aprovado pela Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca criada em junho passado.
“Um minuto por dia, vamos combater a seca” é o apelo principal das mensagens de sensibilização que estão a ser divulgadas através de anúncios em diversos jornais.
A campanha será também veiculada através da rede multibanco, canais digitais, na rádio e televisão, entre outros meios.
Foi também criado um microsite (www.fecheatorneira.pt) que terá informação sobre a seca e conselhos úteis para utilizar bem a água.

Números
- 1 minuto de torneira aberta representa cerca de 12 litros de água;
- Se cada português mantiver a torneira aberta desnecessariamente, durante um minuto, tal representa um desperdício de 120 milhões de litros de água;
- 120 milhões de litros de água garantem as necessidades básicas diárias de 1 milhão de pessoas.

Mais informação



- Associe-se e divulgue esta campanha!

O DEALBAR DAS ELEIÇÕES


Passado que está mais um acto eleitoral na nossa cidade, é tempo de reflectir no que foi o resultado pessoal de cada um dos que se candidataram a ocupar um lugar, qualquer que seja, entre aqueles que irão assumir o compromisso de a governar.

Então, aqueles que se convenceram que para alcançar o tal desejado lugar bastaria mostrar a sua voluntariedade, e com alguns textos, mais ou menos, bem desenhados, aliados à sua formação teórica da política efectiva, como aqueles, já repetentes, e que, apesar dos erros cometidos, bastaria pensar que, quem vota, os vê como a si se julgam, tiveram a oportunidade de constatar que, afinal não é bem assim, tal como os outros que, tendo alcançado a sua eleição, deverão pensar que, os que neles confiaram o fizeram na base da confiança, neles depositada, de que vão cumprir o compromisso assumido sob pena de que no futuro os eleitores serão implacáveis.

Tudo o que aqui se pondera está relacionado com alguns princípios:
A honestidade anteriormente demonstrada.
A capacidade de executar o prometido.
A experiência necessária para o exercício do cargo.

Aos partidos políticos e àqueles que estão mandatados para os representar é bom que ponderem nos mesmos princípios, aplicando-os na obtenção do bem comum e não na conveniência de algumas clientelas, bem como no facto de que não há eternos iluminados para o desempenho de determinadas funções. 

DINOSSAUROS E PALEONTOLOGIA DA REGIÃO OESTE









Mais um colóquio em parceria com a Arméria – Associação Ambientalista e o nosso clube permitiu que assistíssemos a uma entusiástica e esclarecedora palestra sobre Dinossauros e a Paleontologia da Região Oeste, proferida pelo Snr. Prof. Dr. Octávio Mateus natural da vizinha Lourinhã, onde colabora com o museu local, sendo, também, professor da Universidade Nova de Lisboa.

O Snr. Professor, para além de nos transmitir os seus conhecimentos de forma a que todos pudemos perceber a importância do assunto que abordou, salientou a importância que a nossa região tem a nível mundial, referiu o valor geológico de Peniche, foi mais uma voz importante e conhecedora a chamar a atenção para a necessidade de se preservar e dar a conhecer o contributo que Peniche pode dar no contexto do Oeste e exortou os responsáveis da região a que se constitua uma unidade integrada para oferta, a nível mundial, dos valores que estão espalhados por todos os concelhos do oeste.

Foi, portanto, mais um alerta para que o começo que constituiu o arranjo do Alto do Trovão não fique por aqui, há muito mais a fazer pela nossa cidade, os próximos responsáveis autárquicos têm uma palavra a dizer, sendo recomendável que se aproveitem as sinergias de uma aberta colaboração com os concelhos vizinhos.


Penicheiro, continua atento!


Tenho que considerar que, afinal, não estavas assim tão desatento, essa tua maneira de estar confunde qualquer um, daí que tenha que reconhecer que sabes, pelo menos, observar e marcar aqueles que te traíram. 

Porém, como aconselha a prudência, a cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém, pode continuar a ser necessário uma acção mais efectiva e atempada.

PENICHEIRO e agora?



Já deves ter conhecimento das últimas notícias acerca da tua fortaleza, que passou para o domínio da Direcção-Geral do Património Cultural em resultado de mais uma manobra para mais fácil concretização do plano que uns “filhos de Peniche”, servindo outros interesses, que não os de Peniche, estão a concretizar.

Como já te referi, em tempo, o esvaziamento do nosso monumento está a ser feito de forma subtil, saíram as rendas de bilros, saiu o estúdio de dança e não tardará que apareça qualquer inconveniente para ali continuar instalado o Museu Municipal de Peniche.

O objectivo será que a chave do monumento passe para o bolso de estranhos à nossa cidade.


Então tu vais continuando na tua letargia indolente? Já te comeram as papas na cabeça, fizeram de ti gato sapato e achas que não tens nada a fazer? Ainda acabo por dar contigo a erigir uma estátua em agradecimento da obra que aqueles “Filhos de Peniche” por cá têm realizado.

MONUMENTOS DA NOSSA CIDADE


Representativo da principal actividade local


Pretendendo representar as embarcações afundadas


Homenageando os combatentes do concelho

   
Representando uma abertura para a liberdade (Como se vê, apertada)

  
Não consegui definição (Talvez os barcos usados pelo Fenícios)


Memorial aos presos políticos

Os monumentos que uma cidade exibe, quer através do local onde são implantados, quer quanto à sua concepção plástica, dizem muito do grau cultural dos povos e, nomeadamente, dos seus representantes legais, já que, muitas vezes, nem são submetidos ao veredicto popular.

Na minha opinião, a nossa terra está muito mal representada, parecendo-me que continuamos a pagar para exibirmos o mau gosto dos técnicos, que não artistas, que exibiram os seus pretensos dotes. 

BERLENGA


Pensando no que se está a passar hoje na nossa Berlenga, fui reler o que, ao longo dos anos, escrevi sobre ela. O texto que reproduzo foi publicado na “Voz do Mar” e será um pouco extenso para a publicação por esta via, porém, entendi que a sua actualidade justifica a ocupação de tempo. Aqui fica o desafio:

BERLENGA A MAL AMADA!
Novembro de 1994
A ousadia que me permita abordar um tema tão problemático e polémico como é o de emitir algumas opiniões acerca desta nossa joia turística, encontra alguma justificação no muito amor que lhe tenho, naquilo que já contribuí para a sua defesa e no desejo de continuar a ser-lhe útil, que é o mesmo que ser útil à nossa cidade.
Não haverá ninguém minimamente atento ao que é o interesse turístico local, que não inscreva a Berlenga como o principal polo de atracção dos que nos visitam.
Justifica-se, portanto, um cuidado especial no tratamento de tudo o que ali se instale, se pretendermos manter o interesse e a melhor dignidade daquele local.
A sua pequena área global e o reduzido espaço reservado à prática de actividades turísticas, vêm aguçar a necessidade do constante acompanhamento de tudo o que ali se passa. Isto se não quisermos correr o risco de observar que, afinal quem põe e dispõe de uma peça tão importante para nós penicheiros e para o interesse da nossa cidade, são os estranhos ao nosso burgo, quantas vezes desfasados da realidade histórica que aquela ilha sempre representou para os penicheiros e, quase sempre, pouco motivados para encarar a solução dos problemas pela óptica do interesse local.
O que acabo de referir não tem qualquer intenção de atingir o conjunto de entidades que, por razões de ordem legal, terão o direito de intervir a vários níveis. O que quero referir e acentuar com muita persistência é o respeito que todas elas devem à população de Peniche e salientar que as entidades locais não se podem demitir das suas responsabilidades, deixando-se ultrapassar.
Por isso considero preocupante a continuada atitude de deixar andar as coisas perfeitamente ao sabor dos acontecimentos, facto revelador de que não existe qualquer plano a cumprir, esperando-se que o encanto natural daquelas paragens vá chegando para contentar quem ali demanda.
Comecemos por analisar o local que se destinou à prática do campismo. Para além de uma primeira preparação do terreno em forma de socalcos, hoje já em fase de destruição, nada mais foi feito no sentido de proporcionar aos utentes as condições necessárias. A velha escadaria de acesso à praia está em vias de desaparecer e o seu uso está a tornar-se perigoso. Urge, por isso, proceder à sua recuperação, não só porque é útil aos utentes do pseudoparque, como constitui uma velha edificação do tempo do mosteiro. O acesso até ao caminho do farol não oferece condições de segurança, especialmente quando da utilização noturna dada a falta de iluminação da zona até à curva do farol, através de pontos de luz instalados de forma dissimulada no murete que ladeia o caminho, como chegou a estar projectado. Os locais de recolha de lixo são manifestamente insuficientes, do que resulta a existência dos excessos fora dos mesmos e acessíveis ao assalto pelos ratos e gaivotas que por ali proliferam. A casa que lhe está próxima, a denominada casa da palha, deveria constituir um ponto de apoio aos utentes, quer como local de reunião, quer como abrigo de emergência e local de controlo do parque. A água que existe nas antigas cisternas do farol, que ao que parece não está a ser totalmente consumida, bem poderia ser utilizada como apoio às necessidades dos utentes do parque, atente-se que os custos de estadia, muito mais elevados que qualquer parque de campismo, bem justificam um pouco mais de atenção.
A casa Abrigo S. João Baptista já cumpriu a acção que a Associação dos Amigos da Berlenga, em boa hora e mercê do esforço a carolice de uns tantos, lhe pôs como meta, qual seja o esperar a oportunidade de lhe ser dado destino digno e consentâneo com os interesses de todos os que têm direito de a usar, nomeadamente e com especial incidência da população de Peniche. Temos ultimamente assistido à ideia, a meu ver utópica, de fazer renascer alí a pousada de luxo, que já foi, e que, nos tempos que correm, não me parece que venha a ser possível concretizar, dado que qualquer mediano estudo económico da exploração possível, fará cair qualquer pretensão nesse sentido. Mas, porque ali existe o monumento que é a Fortaleza de S. João Baptista em si, necessário se torna, até como via da sua manutenção, que se estude a forma de o manter habitado e útil, se possível durante todo o ano. Como é meu hábito vou aqui, também, ter o atrevimento de adiantar algo, que não sendo a primeira vez que o faço como alguém se recordará, é pelo menos a primeira ocasião para o fazer de forma pública. Porque não acredito na possibilidade de se fazer renascer a tal pousada de luxo, mas considerando que é imperioso dar ao monumento a melhor utilidade possível, propunha que aquelas instalações fossem devidamente beneficiadas com as obras que lhe restituíssem o mínimo de dignidade e que a sua utilização pudesse ser partilhada por três finalidades específicas. Uma seria continuar a alojar utentes em regime de exploração hoteleira; outra, servir as missões de estudo que ali se deslocam em determinada época do ano; por fim, uma outra que seria a de ali se instalar uma mostra permanente, quer da história da ilha, quer dos objectivos da reserva ali instalada, como da fauna e flora locais, constituindo assim uma atracção bem importante para ocupação dos momentos que os visitantes ali passam. E como conjugar estes interesses? No meu entender, passaria pelo estabelecimento de um protocolo a concretizar ente a Câmara Municipal, a Associação dos Amigos da Berlenga e a Reserva Natural da Berlenga, de modo a que a exploração hoteleira fosse entregue a um concessionário, sob a supervisão daquelas entidades. Caberia depois tanto à AAB como à RNB coordenarem entre si as várias tarefas que, relativamente à Berlenga, é desejável que se desenvolvam, assumindo ambas que não são os plenos detentores da razão.
À Reserva Natural da Berlenga, cuja acção tem sido contestada e até incompreendida por alguns, quero deixar o meu testemunho de apreço pela acção globalmente desenvolvida, considerando-se que foi benéfica a sua intervenção nalgumas das metas que se propôs atingir. Atrever-me-ia a solicitar da sua parte um pouco mais de atenção para os interesses do turismo da minha terra.
Ao "Cabo Avelar Pessoa" à empresa sua proprietária e, em especial, ao seu jovem gerente de 90 anos, o nosso amigo Mário Miguel de Sousa, muito deve Peniche e a Berlenga em especial. Na verdade, eles têm sido o suporte daquilo que, em termos de turismo e satisfação do interesse público, se tem realizado na ilha. Talvez, por isso, se justificasse a criação de melhores condições de atracagem e segurança, aumentando o cais de acostagem nalguns metros.
À Associação dos Amigos da Berlenga é justo reconhecer o esforço e dedicação que, na pessoa daqueles que a orientaram ao longo destes quase vinte anos, têm demonstrado pela causa comum, de forma anónima e muitas vezes incompreendida. Salientaria, porém, que a sua acção não pode nem deve esgotar-se no trabalho de manter a Casa Abrigo a funcionar, como atrás preconizo. Ela deve dirigir a sua acção de uma forma mais global a tudo o que represente o interesse da Berlenga e de Peniche.
Finalmente, aos pescadores e operadores turísticos residentes na ilha, aqueles a quem a boa ordem e desenvolvimento mais interessa, solicitaria o melhor da sua colaboração e boa vontade no sentido de tornar agradável a visita dos que acreditam que vale a pena vir até nós.
EM 29 DE DEZEMBRO DE 2007, ACRESCENTARIA:
Continuamos a ter que estar atentos, agora que se prepara o regulamento de utilização da nossa ilha, na defesa dos nossos interesses, que são os da nossa terra, e procurando que os nossos representantes, nas várias autarquias, também o façam. É preciso referir que a ilha não pode passar de "MAL AMADA" a "DESALMADA" uma vez que a sua alma será a presença das pessoas, de forma ordenada.

ATITUDE CRIANÇOLA E IRRESPONSÁVEL NA BERLENGA







As fotografias que antecedem este escrito tentam demonstrar o porquê do respectivo título.

Apesar das chamadas de atenção, que foram feitas, quer aqui, quer na reunião onde tive a oportunidade pessoal de chamar a atenção do erro que se estava a projectar executar, neste caso, no que tocava à retirada do chorão em zonas onde ele constituía a segurança das pessoas, os senhores “CIENTISTAS”, com o apoio e complacência da Câmara Municipal, teimaram em levar por diante a estupidez que projectavam.

O resultado está traduzido nos dizeres da placa que a seguir reproduzo e está afixada por cima do banco de pedra mais utilizado por quem frequenta a zona de acesso à praia.


 Nesse banco, como a respectiva fotografia documenta é observável o efeito da queda de pedra em resultado da asneira a que tenho vindo a aludir. Esta placa constitui um prémio para as mentes pouco esclarecidas, em diria empedernidas pela ignorância, que levaram a efeito o resultado da sua estupidez. 

Aliás, como podem verificar, na praia já foram colocadas cinco outras placas e, penso eu que, ao longo da passagem para a praia muitas mais serão colocadas.

 É que, como estúpidos que são, escondem-se atrás de avisos como estes, porque não têm capacidade de assumir as consequências daquilo de que são autores. A passagem para a praia existe há cerca de cinquenta anos e nunca houve a necessidade de avisos deste tipo, agora, em quase cinquenta dias, observa-se esta situação.

A nossa terra é uma infeliz nas mãos dos detentores de tais mentes, bem pagos e utilizando verbas que tanta falta fazem noutros sectores, como a limpeza, por exemplo, mas, ao que parece, cada um tem o que merece. 

quer aqui

FOSSO DAS MURALHAS


Um aspecto do projecto que existia e que esta Câmara mandou às urtigas

A tal obra tão desejada por todos nós, que ia mudar a face da nossa cidade para melhor, que outros haviam prometido e não fizeram nada, estava, no dizer do actual executivo camarário, começada e seria o orgulho dos edis e da população.

Esta fantasia, para não dizer atoarda, não passou de mais uma tentativa de levar o Zé Povinho a embarcar na crença, já devidamente esclarecida, de que haviam chegado os salvadores da “Pátria”.

O resultado está à vista de todos, foram uns milhões atirados ao fosso de que resultou o havermos ficado em situação pior do que a que existia. Veja-se a eclusa que nunca funcionou, observe-se que os mesmos esgotos que ali desaguavam continuam, o lodo que foi retirado e amontoado 20 metros ao lado, já regressou ao sítio inicial em mais de 60%, o campo que havia sido construído dois anos antes para instalação da feira foi destruído e bastante falta fez para estacionamento, a plataforma flutuante que complementa a ponte sem destino lá continua a apodrecer sem nunca ter sido utilizada.

Restava a promessa de que já estava em estudo a segunda fase da obra, eu diria a fase de fazer alguma coisa que jeito tivesse, mas não, não aparece nada. Será que o povo de Peniche, depois de ter visto o que foi executado, perdeu o entusiasmo e não correspondeu ao pedido de alvitres que lhe foi dirigido? Ou será que pensa que o melhor é deixar como está, não venha aí mais do mesmo.

Tudo isto não passa de um lamento, pela falta de sorte da nossa terra e por constatarmos que continuamos a marcar passo.

Dez milhões de toneladas de peixe desperdiçadas a cada ano,

Rejeições globais da pesca marítima: uma síntese de dados reconstruídos pelo Sea Around Us.
Crédito: UBC Public Affairs

apesar da diminuição dos estoques de peixes
Encontro:
26 de junho de 2017
Fonte:
Universidade da Colúmbia Britânica
Resumo:
As frotas de pesca industriais desperdiçam quase 10 milhões de toneladas de bons peixes de volta ao oceano a cada ano, de acordo com uma nova pesquisa.
    
O estudo realizado por pesquisadores do Sea Around Us, uma iniciativa do Instituto de Oceanos e Pescas da Universidade da Colúmbia Britânica e da Universidade da Austrália Ocidental, revela que quase 10% da captura total do mundo na última década foi descartada devido a uma pobreza de Práticas de pesca e gestão inadequada. Isso equivale a desperdiçar o peixe suficiente para preencher cerca de 4.500 piscinas de tamanho olímpico todos os anos.

"Na era atual da crescente insegurança alimentar e preocupações com a saúde nutricional humana, essas descobertas são importantes",
disse Dirk Zeller, autor principal do estudo que, agora, é professor na Universidade da Austrália Ocidental e parceiro de pesquisa sênior com o Sea Around Us.

 "O peixe descartado poderia ter sido usado melhor".

Os pescadores descartam uma parte de suas capturas, porque as práticas de pesca danificam os peixes e tornam-no incapaz, os peixes são muito pequenos, a espécie está fora de época, apenas uma parte do peixe é colhida - como acontece com as ovas de abelha do Alasca - ou os pescadores apanharam espécies que não estavam visando, algo conhecido como captura acessória.

Caminho para leitura do artigo completo:

NOTA PESSOAL – Aqui está uma situação a cuja solução se devem dedicar, quer as Associações de Armadores, quer os institutos que dizem dedicar-se ao estudo da preservação das espécies piscícolas.


A FALTA DE AREIA NA PRAIA DA CAMBÔA




(CARTA ABERTA)

AO CUIDADO DOS SNRS, PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE
DA CÂMARA MUNICIPAL DE PENICHE

Excelências

O assunto que me leva a ocupar-lhes um pouco do vosso precioso tempo tem a ver, mais uma vez, com a falta de assoreamento da praia da Cambôa.

Esta falta põe em risco um dos acessos a Peniche e toda a muralha que vai desde o portão de Peniche de Cima até à Praia do Quebrado.

Não vou, agora, repetir aquilo que sobre o assunto tenho dito ao longo de muitos anos, mas,
perante a fotografia que acima publico e que encontrei recentemente, ouso ocupar a vossa atenção, fazendo as seguintes observações:

a) - Esta foto será da época em que ainda existiam, os canos de esgoto das fábricas do Fialho e Exportadora, bem como a rampa do salva-vidas e os barcos estacionavam ali ao lado.
b) - Eram estes elementos que provocavam a acumulação da areia que se observa na foto.
c) – Foi a partir do desaparecimento daquelas infraestruturas que a corrente das águas passou a fazer-se entre os viveiros e a casa do salva-vidas, o que provocou a desgraça que ali de verifica.

Desculpem, meus senhores, mais esta maçada, mas, depois de já haver descrito isto de várias formas e até já ter conseguido fazer um desenho, sem que me tenha apercebido de que haviam compreendido o facto, voltei a aproveitar esta nova circunstância. 

QUANDO UMA DESGRAÇA NOS ALERTA


O que se está a passar com a onda de fogos no país deve alertar-nos para situações que, em nossa casa, estão latentes, mas podem acontecer, esperando apenas a oportunidade de se conjugarem as circunstâncias que levem a que a desgraça, também, nos bata à porta.

A configuração geológica da nossa terra, como península, fruto do fenómeno que levou à sua formação, apresenta um elevado índice de vulnerabilidade, motivado pelo estado da preservação do nosso tômbolo, que tem sido vítima de toda a espécie de atropelos, ao não cuidarmos da preservação do cordão dunar a norte e com a abertura de novas docas a sul.

Para além disto, continuamos a instalar na parte mais vulnerável tudo o que, em termos de socorro à população e dos meios operacionais que dispomos, quartel dos bombeiros e armazéns da Câmara.

Como já tem sido referido, ao longo de muitos anos, o nosso molhe oeste não oferece as condições de segurança que todos pensamos, veja-se que já esteve pensada a construção de uma lomba de rebentação para compensação da sua patente vulnerabilidade, acabando, economicamente e em jeito de tapa olhos, por lhe ser efectuada uma recarga de tetrápodes.

E se as tais circunstâncias se conjugarem? Como estamos bem em cima de uma falha geológica, lembram-se dos argumentos impeditivos que foram usados quando pretenderam instalar-nos uma central nuclear em Ferrel, o que poderá acontecer se, fruto de um abalo sísmico se gerar um tsunami nesta zona? Naturalmente que a primeira zona a ser arrasada será a prageira e, com ela, o quartel dos bombeiros, os armazéns da Câmara e todo o restante equipamento da área. Resta-nos, felizmente, o nosso bem equipado hospital.

Uma lição que, espero, seja retirada da catástrofe dos fogos é que NÃO É EM TEMPO DE GUERRA QUE SE LIMPAM AS ARMAS.

A PROMISCUIDADE



Agora que estamos entrando em época pré-eleitoral, onde todos prometem o céu e a lua, deixo um alerta a todos os que se propõem zelar pelos interesses da minha terra, qual seja, a promessa de acabar com a promiscuidade entre os assuntos que, verdadeiramente, respeitam os interesses da minha terra e os de agrupamentos de pessoas e instituições, como se tem verificado ao ponto, de muitas vezes, não se perceber se os nossos eleitos estarão ao serviço desta nossa cidade.

A credibilidade dos princípios, a isenção das decisões e a defesa intransigente dos interesses da nossa cidade são, como todos sabemos, um dever fundamental de quem se propõe zelar pelo bem comum, pois, o contrário está na base de falta de credibilidade da classe política.

Ninguém é forçado a aceitar o cargo a que, porventura, se proponha, logo, será uma questão de honradez o seu correcto comportamento.


A nossa cidade precisa de gente que olhe por ela, para que possamos sair desta era de retrocesso que vimos percorrendo.

O ABANDONADO ESTALEIRO DA OBRA DA NOSSA BIBLIOTECA


Já lá vão mais de quinze anos que a situação desta obra está por resolver. Quando é preciso, aliás, quando interessa ao Partido Comunista, aparece o dinheiro que é preciso, pelo menos em anúncio, para a conclusão da nossa biblioteca é um problema, os orçamentos são curtos, a evolução educativa do povo talvez não convenha, enfim, é uma vergonha.

Nesta época que se aproxima, com o acto eleitoral à porta, é natural que alguns, mesmo aqueles que mantiveram o encalhe deste navio naufragado, venham, agora, dizer que desta vez é que vai, para alguns já será a terceira e para outros por lá anda.

Não será brincar demais com a dignidade de todos nós? Não haverá vergonha na cara desta gente? Quanto dinheiro tem sido atirado à rua com estes desmazelos?

SÓ A VERDADE O PODE JUSTIFICAR











As fotos que publico representam o que fisicamente constatei que aconteceu em Fátima durante a comemoração do centenário da APARIÇÃO DA VIRGEM MARIA AOS TRÊS PASTORINHOS.

O recinto do santuário, aquela esplanada imensa totalmente apinhada de gente, em que a multidão transbordou ocupando o espaço envolvente da Igreja da Santíssima Trindade.

1917 – 2017, cem anos passados e, para além da indiscritível manifestação de vitalidade dos crentes presentes, dá para perceber que só uma força muito especial pode provocar tal realidade  –                A VERDADE.

Só usando a verdade é possível ultrapassar 100 anos em pujança.

Sem ela fica-se pelo caminho, como está acontecendo a outros.




PRAZER SILENCIOSO!

O anoitecer da nossa ilha são momentos de prazer silencioso!

Cartão de Visita do Facebook